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Gabriel JEUGE
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QUESTIONS ACTUELLES
MARDI 29 JUILLET 2008 : PRIÈRE D'UN ENFANT
29/07/2008
VOICI LA PRIÈRE D'UN ENFANT (QUI, EN RÉALITÉ, EST MISE SUR LES LÈVRES D'UN ENFANT, MAIS DONT L'AUTEUR EST UN ADULTE, ET QUI PLUS EST : UN PSYCHOLOGUE DE PROFESSION... CETTE PRIÉRE EST DESTINÉE À FAIRE RÉFLÉCHIR LES ADULTES QUE NOUS SOMMES). NOUS LA DEVONS À L'AMITIÉ DE MARIO RELVAS, DONT NOUS AVONS DÉJÀ SIGNALÉ LE DÉVOUEMENT À LA CAUSE DES AUTISTES)
À QUOI RÊVE-T-IL? À UN AVENIR MEILLEUR?
ORAÇAO DA CRIANÇA (por Luis VILLAS BOAS, psicologo clinico)
Senhor, vós que também fostes criança e que de todas sois o curador-maior, ajudai a que o meu amanhã seja melhor e que a minha família me veja crescer em segurança e felicidade, neste mundo tão cheio de incertezas e perigos.
Não deixeis que políticos e deputados continuem a invocar minhas necessidades e meus direitos em fins de legislatura ou início de campanhas, não permitais que me afaste de meus pais por falta de condições para me educarem, e se tal tiver que suceder, não deixeis que me coloquem num ‘depósito’ desses que por aí há.
Se me faltarem os pais, arranjai-me outra família equivalente àquela que me gerou e protegei-me do abuso, do mau-trato e da negligência.
Ajudai o Estado a criar um sistema nacional eficaz de apoio a todas as crianças, dentro e fora das suas famílias, afastai de mim os sábios académicos que nunca lidaram com crianças, a quem chamam menores, jovens e outros nomes que a convenção da ONU desconhece.
Iluminai o espírito e a inteligência de técnicos e magistrados que tantas vezes condicionam nosso futuro para que possamos exercer a nossa cidadania e respirar a nossa liberdade, dentro duma família.
Incuti, Senhor, em toda a hierarquia do Estado de direito, a noção do dever de se ocupar da “criança no tempo de ser criança” e de respeitar o nosso 2.º direito - o direito à família! O primeiro melhor que ninguém o sabeis, é o direito à vida.
Fazei com que os decisores políticos organizem um ‘dossiê criança’ e dele façam uma preocupação diária, como se cada uma de nós fosse um de seus filhos.
Vós que sabeis como é difícil lidar com os outros como se nossos fossem, e conheceis como ninguém os caminhos do sofrimento, da solidão e do medo de tantas crianças, levai-os a cumprir as boas leis que temos e a reformular as más que persistem, tendo unicamente em conta o superior interesse de todas nós e não doutros interesses, dos adultos.
Protegei-nos da hipocrisia política e da caridadezinha que, lado a lado, há décadas mascaram a realidade dura da vida de muitas crianças vítimas do excesso e da perturbação dos adultos. (...) Por último, senhor, incuti nos homens e mulheres deste país, a noção de que “cada criança só tem um tempo de ser criança e que os adultos, também só têm um tempo para ajudar cada uma que deles precise”.
Luís Villas-Boas, Psicólogo clínico
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Senhor, vós que também fostes criança e que de todas sois o curador-maior, ajudai a que o meu amanhã seja melhor e que a minha família me veja crescer em segurança e felicidade, neste mundo tão cheio de incertezas e perigos.
Não deixeis que políticos e deputados continuem a invocar minhas necessidades e meus direitos em fins de legislatura ou início de campanhas, não permitais que me afaste de meus pais por falta de condições para me educarem, e se tal tiver que suceder, não deixeis que me coloquem num ‘depósito’ desses que por aí há.
Se me faltarem os pais, arranjai-me outra família equivalente àquela que me gerou e protegei-me do abuso, do mau-trato e da negligência.
Ajudai o Estado a criar um sistema nacional eficaz de apoio a todas as crianças, dentro e fora das suas famílias, afastai de mim os sábios académicos que nunca lidaram com crianças, a quem chamam menores, jovens e outros nomes que a convenção da ONU desconhece.
Iluminai o espírito e a inteligência de técnicos e magistrados que tantas vezes condicionam nosso futuro para que possamos exercer a nossa cidadania e respirar a nossa liberdade, dentro duma família.
Incuti, Senhor, em toda a hierarquia do Estado de direito, a noção do dever de se ocupar da “criança no tempo de ser criança” e de respeitar o nosso 2.º direito - o direito à família! O primeiro melhor que ninguém o sabeis, é o direito à vida.
Fazei com que os decisores políticos organizem um ‘dossiê criança’ e dele façam uma preocupação diária, como se cada uma de nós fosse um de seus filhos.
Vós que sabeis como é difícil lidar com os outros como se nossos fossem, e conheceis como ninguém os caminhos do sofrimento, da solidão e do medo de tantas crianças, levai-os a cumprir as boas leis que temos e a reformular as más que persistem, tendo unicamente em conta o superior interesse de todas nós e não doutros interesses, dos adultos.
Protegei-nos da hipocrisia política e da caridadezinha que, lado a lado, há décadas mascaram a realidade dura da vida de muitas crianças vítimas do excesso e da perturbação dos adultos. (...) Por último, senhor, incuti nos homens e mulheres deste país, a noção de que “cada criança só tem um tempo de ser criança e que os adultos, também só têm um tempo para ajudar cada uma que deles precise”.
Luís Villas-Boas, Psicólogo clínico
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