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Gabriel JEUGE
Ce Blog est dédié avant tout aux Portugais d'Orléans et de sa région, mais aussi à tous ceux qu'il peut intéresser...Ce n'est pas un journal intime, mais "une nouvelle par jour"
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PROGRAMME :

- DEMAIN, 29 JUIN, FÊTE DES SS.PIERRE ET PAUL, CES "DEUX COLONNES" DE L'ÉGLISE.
CETTE FÊTE EST SI IMPORTANTE QU'ELLE SUPPLANTE LA MESSE DU 13È DIMANCHE DU TEMPS ORDINAIRE...

EN DE NOMBREUX ENDROITS, CE SERA UN JOUR D'ORDINATIONS SACERDOTALES.

À ORLÉANS, COMME IL A DÉJÀ ÉTÉ DIT, UN (SEUL) NOUVEAU PRÊTRE SERA ORDONNÉ : JÉRÔME MONRIBOT (30 ANS) QUI DÈS SON ORDINATION SERA CHARGÉ DE TOUT UN SECTEUR DE BEAUCE, OÙ LES PRÊTRES SONT SI RARES.

VOICI UNE RÉFLEXION SUR LES DEUX SAINTS DU JOUR, PROPOSÉE PAR LE "PRÉDICATEUR" DU PAPE.

- SECOND ARTICLE : L'ÉGLISE DOIT COMPTER SUR LES JEUNES : COMPTE-RENDU DU CONSEIL DE LA PASTORALE DES JEUNES, AU PORTUGAL...


PIERRE ET PAUL
PIERRE ET PAUL
Pregador do Papa: Festa dos Santos Pedro e Paulo

Meditação do padre Raniero Cantalamessa

ROMA, sexta-feira, 27 de junho de 2008 (ZENIT.org).- Publicamos o comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, OFM Cap., pregador da Casa Pontifícia, sobre a liturgia do próximo domingo.

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FESTA DOS SANTOS PEDRO E PAULO

Atos 12, 1-11; 2 Timóteo 4, 6-8.17-18; Mateus 16, 13-19

Tu és Pedro!

O Evangelho de hoje é o Evangelho da entrega das chaves a Pedro. Sobre isso, a tradição católica sempre foi baseada em fundar a autoridade do Papa sobre toda a Igreja. Alguém poderia dizer: mas o que tem a ver o Papa com tudo isto? Eis a resposta da teologia católica. Se Pedro deve funcionar como «fundamento» e «rocha» da Igreja, continuando a existir a Igreja deve continuar a existir também o fundamento. É impensável que as prerrogativas quase solenes («a ti darei as chaves do reino dos céus») se referissem somente aos primeiros vinte ou trinta anos da vida da Igreja e que elas seriam cessadas com a morte do apóstolo. O papel de Pedro se prolonga portanto em seus sucessores.

Por todo o primeiro milênio, este ofício de Pedro foi reconhecido universalmente por todas as Igrejas, ainda que interpretado de forma diversa no Oriente e no Ocidente. Os problemas e as divisões nasceram com o milênio há pouco terminado. E hoje também nós, católicos, admitimos que não são nascidos todos por culpa dos outros, dos considerados «cismáticos»: antes os orientais, depois os protestantes. A primazia instituída por Cristo, como todas as coisas humanas, foi exercitada ora bem ora menos bem. Ao poder espiritual se mesclou, pouco a pouco, um poder político e terreno, e com isso os abusos. O próprio Papa João Paulo II, na carta sobre o ecumenismo, Ut unum sint, indicou a possibilidade de rever as formas concretas com as quais é exercida a primazia do Papa, de modo a tornar novamente possível em torno a isso a concórdia de todas as Igrejas. Como católicos, não podemos não desejar que se prossiga com sempre maior coragem e humildade sobre esta estrada da conversão e da reconciliação, de modo a incrementar a colegialidade desejada pelo Concílio.

Aquilo que não podemos desejar é que o próprio ministério de Pedro, como sinal e fator da unidade da Igreja, seja menor. Seria uma forma de nos privar de um dos dons mais preciosos que Cristo deu à sua Igreja, além de contradizer sua vontade precisa. Pensar que basta à Igreja ter a Bíblia e o Espírito Santo com o qual interpretá-la, para poder viver e difundir o Evangelho, é como dizer que bastaria aos fundadores dos Estados Unidos escrever a constituição americana e mostrar em si mesmos o espírito com o qual devia ser interpretada, sem prever algum governo para o país. Existiria ainda os Estados Unidos?

Uma coisa que podemos fazer já e todos para aplainar a estrada para a reconciliação entre as Igrejas é começar a reconciliar-nos com anossa Igreja. «Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja»: Jesus disse a «minha» Igreja, no singular, não as «minhas» Igrejas. Ele pensou e quis uma só Igreja, não uma multipliciade de Igrejas independentes ou, pior, em luta umas contra as outras. «Minha», além de singular, é também um adjetivo possessivo. Jesus reconhece portanto a Igreja como «sua»; disse «a minha Igreja» como um homem diria: «a minha esposa», ou «o meu corpo». Identifica-se com ela, não se envergonha dela. Sobre os lábios de Jesus a palavra «Igreja» não tem nenhum daqueles significados negativos que acrescentamos.

Isto é, naquela expressão de Cristo, um forte chamado a todos os crentes a reconciliarem-se com a Igreja. Renegar a Igreja é como renegar a própria mãe. «Não pode ter Deus por pai – dizia São Cipriano – quem não tem a Igreja por mãe». Seria um belo fruto da festa dos santos apóstolos Pedro e Paulo se começássemos a dizer também nós, da Igreja Católica à qual pertencemos: «aminhaIgreja!»

[Traduzido do italiano por José Caetano]

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JEUNES CHRÉTIENS, QUELQUE PART EN FRANCE
JEUNES CHRÉTIENS, QUELQUE PART EN FRANCE
IGREJA TEM DE APOSTAR DE FORMA CLARA NOS JOVENS


A falta de uma proposta de fundo da Igreja para os jovens e uma aposta clara na sua participação foi posta em evidência na última reunião do Conselho Nacional da Pastoral Juvenil.

Um comunicado enviado à Agência Ecclesia manifesta a dificuldade de, em momentos especificamente dedicados aos jovens como é o caso do Fátima Jovem, “por limitações litúrgicas estabelecidas pelo Santuário, não permitirem uma adequada expressão juvenil para este evento”. Sendo um “evento juvenil de dimensão nacional”, o Conselho questiona a possibilidade de adequar as normas às características da actividade.

Neste contexto, pede-se "uma aposta de toda a Igreja (bispos, sacerdotes e leigos) com objectivos concretos aceite por todas as dioceses e que traduza os jovens como prioridade na acção da Igreja”.
O Conselho Nacional evidencia, que “ao mesmo tempo que deve existir uma formação e sensibilização adequadas, não pode estar presente a desconfiança e a falta de entusiasmo perante os seus sonhos e as suas propostas”.

“Os jovens devem estar na linha da frente da evangelização. Sendo eles objecto da acção pastoral da Igreja, são ao mesmo tempo protagonistas da sua missão”, pode ler-se
O «Festival Jota», promovido pela diocese da Guarda, é uma actividade marcadamente juvenil que tem como principal objectivo a evangelização dos jovens e a promoção da música cristã junto deles.

O Conselho Nacional da Pastoral Juvenil manifesta que iniciativas como esta, “com metodologias próximas da juventude”, têm vindo a ser apoiadas e encorajadas pelo Departamento e pelo próprio Conselho Nacional.

A reunião do Conselho Nacional manifestou ainda uma maior coordenação entre as iniciativas de âmbito local e aquelas nacionais. “Esta atitude gera comunhão, essencial para a reflexão e o lançamento de bases e propostas para a pastoral juvenil”.

Outras actividades juvenis foram ainda abordadas. O Agorá dos Jovens, marcado para Setembro, em Itália, vai reunir jovens dos vários países do Mediterrâneo e vai também este ano contar com a participação portuguesa. O 10º Fórum Ecuménico Jovem, que irá realizar-se em Leiria a 25 de Outubro de 2008, sob o lema «Alegres na Esperança» é outra actividade que irá marcar o ano pastoral.



Sidney

Antes ainda, 100 jovens portugueses acompanhados por D. Antonino Dias, bispo auxiliar de Braga e membro da Comissão Episcopal do Laicado e Família, irão participar nas Jornadas Mundiais da Juventude, em Sidney, na Austrália. Entre os dias 15 e 20 de Julho são esperados cerca de 225 mil participantes - 125 mil peregrinos estrangeiros e 100 mil australianos – mas a organização adianta que estes números poderão ainda crescer.

fonte: Agência Ecclesia

Rédigé par Gabriel JEUGE le 28/06/2008 à 10:36


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