e-mail portugais : g.jeuge@sapo.cv
Le référenceur des meilleurs sites catholiques francophones

MeusRecados.com - Recados e Imagens de Religiosas para Orkut
POUR CAUSE DE DÉFICIENCE OCULAIRE, LE P.JEUGE EST DANS L'IMPOSSIBILITÉ DE CONTINUER À ASSURER DES CÉLÉBRATIONS EN PORTUGAIS. IL VOUS PRIE DE L'EN EXCUSER ET DE VOUS ADRESSER À VOTRE PAROISSE FRANÇAISE.
POUR LE CONTACTER : g.jeuge@free.fr
POUR LE CONTACTER : g.jeuge@free.fr
Profil
Gabriel JEUGE
Ce Blog est dédié avant tout aux Portugais d'Orléans et de sa région, mais aussi à tous ceux qu'il peut intéresser...Ce n'est pas un journal intime, mais "une nouvelle par jour"
Catégories
Archives
Liste de liens
RELIGION
VENDREDI 05 SEPTEMBRE 2008 : DES 'JEUNES MESSAGERS DE MARIE' EN MISSION - L'AUSTRALIE APRÈS LES JMJ
05/09/2008
PROGRAMME :
- UN GROUPE DE JEUNES "MESSAGERS DE MARIE" A VÉCU UNE SEMAINE DE VIE "MISSIONNAIRE" DANS LE DIOCÈSE DE ÉVORA... UNE EXPÉRIENCE QUI MÉRITE 'ÊTRE CONNUE, ET QUI DEVRAIT ATTIRER DE NOMBREUX JEUNES CHRÉTIENS.
- APRÈS LES JMJ DE SIDNEY, DONT ON A TANT PARLÉ EN JUILLET, UN BILAN POSITIF SE DÉGAGE EN AUSTRALIE (ENTRETIEN AVEC UNE AUSTRALIENNE)
Jovens alunos de CARVALHAL (ABRANTES)
Jovens Mensageiros de Maria em Missão
Foi de 26 de Julho a 3 de Agosto que o grupo Mensageiros de Maria se deslocou até à Aldeia do Carvalhal, no concelho de Abrantes, para realizar mais umas Missões Católicas. O grupo, constituÃdo maioritariamente por jovens de Borba, foi também composto por jovens de Vila Viçosa, Estremoz, Moura e Barreiro e ainda pela equipa de apoio do Redondo e pelo Pe. Carlos Melo. Ao todo foram 25 pessoas.
Durante esta semana, o grupo realizou várias actividades no Carvalhal, como encontros de crianças e jovens, um teatro e uma vigÃlia de oração a terminar a semana, para além da animação de algumas Eucaristias. Em especial, durante a semana o grupo dedicou-se a visitar as casas, de forma particular, os idosos e os doentes.
A comunidade do Carvalhal aderiu ao projecto, tendo sido grande o apoio recebido pelo grupo, nomeadamente na logÃstica e na oferta de alimentos para as refeições. Para além disso, o grupo da Juventude Mariana Vicentina do Carvalhal, recentemente formado, participou também activamente nestas Missões.
Este foi a quinta semana de Missões Católicas organizada pelo grupo de jovens Mensageiros de Maria. Integradas na Missão-PaÃs do Movimento Apostólico de Schoenstatt, estas Missões tiveram como lema "Vem e segue-Me!".
Depois de 2 anos em Mourão e 2 anos em Campia, foi através do Arcebispo de Évora, D. José Alves, que estas Missões tiveram como destino a aldeia do Carvalhal. D. José já tinha mostrado interesse em levar este projecto para a Diocese de Portalegre-Castelo Branco, ainda quando era Bispo daquela Diocese.
fonte: Agência Ecclesia
************************************************************************************************************
Foi de 26 de Julho a 3 de Agosto que o grupo Mensageiros de Maria se deslocou até à Aldeia do Carvalhal, no concelho de Abrantes, para realizar mais umas Missões Católicas. O grupo, constituÃdo maioritariamente por jovens de Borba, foi também composto por jovens de Vila Viçosa, Estremoz, Moura e Barreiro e ainda pela equipa de apoio do Redondo e pelo Pe. Carlos Melo. Ao todo foram 25 pessoas.
Durante esta semana, o grupo realizou várias actividades no Carvalhal, como encontros de crianças e jovens, um teatro e uma vigÃlia de oração a terminar a semana, para além da animação de algumas Eucaristias. Em especial, durante a semana o grupo dedicou-se a visitar as casas, de forma particular, os idosos e os doentes.
A comunidade do Carvalhal aderiu ao projecto, tendo sido grande o apoio recebido pelo grupo, nomeadamente na logÃstica e na oferta de alimentos para as refeições. Para além disso, o grupo da Juventude Mariana Vicentina do Carvalhal, recentemente formado, participou também activamente nestas Missões.
Este foi a quinta semana de Missões Católicas organizada pelo grupo de jovens Mensageiros de Maria. Integradas na Missão-PaÃs do Movimento Apostólico de Schoenstatt, estas Missões tiveram como lema "Vem e segue-Me!".
Depois de 2 anos em Mourão e 2 anos em Campia, foi através do Arcebispo de Évora, D. José Alves, que estas Missões tiveram como destino a aldeia do Carvalhal. D. José já tinha mostrado interesse em levar este projecto para a Diocese de Portalegre-Castelo Branco, ainda quando era Bispo daquela Diocese.
fonte: Agência Ecclesia
************************************************************************************************************
UNE VUE DES JMJ DE SIDNEY 2008
JMJ transformou o coração dos australianos
Entrevista com Maria Pineda
SYDNEY, 4 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- A Austrália não é mais a mesma. O coração dos australianos foi tocado quando, algumas semanas atrás, mais de 223 mil católicos se uniram em Sydney para celebrar sua fé em comum no maior evento que a Austrália já organizou.
Zenit conversou com Maria Pineda, uma missionária católica que reside em Sydney e que estava envolvida nos preparativos oficiais da JMJ. Como membro de Verbum Dei, uma fraternidade missionária, Maria é responsável pela pastoral universitária da Universidade de Wollongong Campus.
-Você foi escolhida para ser uma das australianas que acompanharia o Papa Bento XVI no barco durante sua chegada ao porto de Sydney. O que você sentiu naquele momento?
-Maria Pineda: Primeiramente eu achei que estaria em qualquer barco, mas não exatamente no barco onde o Papa estaria. O telefone tocou confirmando que eu estaria no barco do Papa, e que haveria outros barcos ao redor para representar os 12 apóstolos com Jesus. A notÃcia veio em um momento em minha vida onde eu precisava ouvir novamente o chamado de Jesus e o chamado a entrar em seu barco. Senti-me honrada, especial, escolhida, privilegiada por este convite. Senti novamente o chamado de Jesus. Havia 400 outras pessoas no barco do Papa: peregrinos de diferentes nações no deck principal, cardeais e bispos na seção do meio do barco, e no fundo estavam todos os organizadores da JMJ e muitos comitês. Eu pertenci ao grupo de religiosos e movimentos. Havia muitas pessoas naquele barco do Papa, e ainda assim senti como se fosse pessoal. O Papa Bento representou, para mim, Jesus no barco com seus discÃpulos, cruzando para o outro lado. E mesmo assim, não apertei a mão do Papa, nem falei com ele pessoalmente, sua presença significou Cristo em minha vida novamente.
Entramos no barco no Sydney Opera House, e o Papa embarcou em um ponto depois no porto. Enquanto navegávamos, havia pessoas ao longo de todo o porto. Eu me lembrava das multidões que seguiam Jesus pela terra, enquanto ele estava no barco. Fui ao deck superior com os jovens do mundo. Estávamos com bandeiras de todas as partes do mundo e nos pediram que carregássemos as bandeiras, mesmo que não fossem de nossos paÃses. Peguei a bandeira da China. O clima era de alegria, havia dança e música, e todos conversavam uns com os outros. Era quase como se todos nos conhecêssemos. O que nos unia? Será que era porque estávamos todos no mesmo barco?
Finalmente chegamos ao ponto onde o Papa embarcou. Estávamos animados e felizes. O Papa embarcou e continuamos ao longo do porto. Desta vez fomos escoltados por muitos outros barcos. Um barco particular chamou a atenção da maioria: era um barco pequeno, e tinha a imagem de Maria, nossa Mãe. Foi significante. O Papa navegava com Maria pelas margens. Jesus fez esta jornada com Ela ao seu lado. E agora, como seus discÃpulos, nós fazÃamos essa jornada com ela também.
Passamos pela ponte Harbour. As pessoas pagaram muito dinheiro para escalar no topo da ponte. Quando o barco passou por baixo, todos olhamos para cima, e todos acenavam para nós. Eles esperaram um bom tempo – pendurados no ar – só para cumprimentar o Papa e todos nós. Eu fui profundamente tocada.
Quando finalmente chegamos ao Barangaroo, a multidão era imensa, e havia uma alegre celebração. Para muitos de nós, a JMJ representou estar com o Papa, mas também nos trouxe a possibilidade estarmos uns com os outros e com o mundo.
-O Vocation Expo foi um dos grandes projetos da JMJ. Como você estava envolvida nos preparativos, você acha que este tipo de aproximação da juventude ajuda a descobrir a vocação na vida?
-Maria Pineda: Toda minha comunidade estava envolvida com os preparativos do Vocation Expo, éramos cerca de 200 comunidades organizando cabines ou stands para mostrar seu carisma particular e missão. A Vocation Expo estava localizada no Centro de Convenções na área do Darling Harbour, e esteve aberta durante toda a JMJ.
Funcionamos dia e noite. Calculou-se que 5 mil peregrinos transitaram pelo Vocation Expo, quase toda hora, durante o tempo em que estava aberto. Isso é muita gente, como você pode imaginar.
Sim, acredito que o Vocation Expo foi uma ajuda para muitos peregrinos que se perguntavam sobre sua vocação. Apenas começamos a fazer perguntas vitais sobre nossa vida e o que Deus queria de nós se estivermos abertos para Deus. A JMJ é um excelente meio de abrir nossos corações para Deus, porque através do relacionamento com outros peregrinos, abrimos nossos corações não apenas um para o outro, mas esta abertura se estende a Deus.
-Como você está encarregada da pastoral universitária da Universidade de Wollongong Campus, como descreveria o impacto deixado pela JMJ nos estudantes que você conhece?
-Maria Pineda: Estimamos que 85% dos peregrinos foram à JMJ pela primeira vez. É o caso de todos os estudantes que conheço de Wollongong. O impacto permanece, mesmo depois de um mês. Antes da JMJ estes estudantes não tinham interesse por Cristo, nem mesmo de participar da vida da Igreja, e depois da JMJ eles se tornaram mais vivos e procuram manter sua experiência fresca, buscando formas de participar da vida de fé do campus. Temos Missa no campus semanalmente, e depois da JMJ a presença dos jovens dobrou. Isso acontece também em muitas paróquias. Os estudantes depois da JMJ estão mais entusiastas com relação a Jesus e estão mais abertos a dizer que eles são católicos.
A JMJ não é apenas uma semana de atividades centrada no Papa e nos jovens. Ela começa dois anos antes do evento, preparando, construindo a vida das paróquias, de grupos de jovens, e usando o evento como um fermento para colocar vida na Igreja novamente. E agora, depois da JMJ, posso ver que esta semente que foi plantada tão diligentemente está crescendo na vida da Igreja Australiana.
-Faz muitos anos que você está trabalhando como missionária católica na Austrália. Você acha que a população foi tocada pela JMJ e pela visita do Papa? O que aconteceu nos corações dos australianos?
-Maria Pineda: Deus conduz as pessoas pelo caminho do amor. Todos na Austrália souberam do evento através da mÃdia e manifestaram uma impressão muito boa sobre o evento. A polÃcia foi elogiada pelos jovens por seu serviço. Os motoristas de ônibus foram hospitaleiros em levar os peregrinos depois das catequeses para os lugares que queriam ir e se ofereciam voluntariamente para fazer viagens extras, tudo por causa da gentileza e do calor humano dos peregrinos. Foi verdadeiramente uma celebração de fé, e marcou os espectadores com certeza. Até os que não estavam envolvidos se sentiram tocados de alguma forma pelos peregrinos no transporte público, andando pelas ruas, cantando e conversando, ou apenas sendo felizes. A maioria das atividades da JMJ foi ao redor da área central da cidade, então as pessoas dos escritórios e das lojas, dos bancos, todos não puderam evitar ser uma parte do espÃrito contagiante da JMJ.
O Papa impactou os australianos apenas por ser o que ele é: o lÃder de nossa Igreja. Seu jeito gentil e simples aqueceu os corações dos peregrinos em uma noite muito fria de vigÃlia. E as pessoas da Austrália se lembrarão dele pela revolução que ele provocou na cidade de Sydney, em 2008.
Acredito que as próximas JMJ continuarão causando impacto não apenas para as nações que a recebem, mas para o mundo inteiro. Então, Madri que se prepare, porque a jornada de 2011 vai transformar o paÃs!
Entrevista com Maria Pineda
SYDNEY, 4 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- A Austrália não é mais a mesma. O coração dos australianos foi tocado quando, algumas semanas atrás, mais de 223 mil católicos se uniram em Sydney para celebrar sua fé em comum no maior evento que a Austrália já organizou.
Zenit conversou com Maria Pineda, uma missionária católica que reside em Sydney e que estava envolvida nos preparativos oficiais da JMJ. Como membro de Verbum Dei, uma fraternidade missionária, Maria é responsável pela pastoral universitária da Universidade de Wollongong Campus.
-Você foi escolhida para ser uma das australianas que acompanharia o Papa Bento XVI no barco durante sua chegada ao porto de Sydney. O que você sentiu naquele momento?
-Maria Pineda: Primeiramente eu achei que estaria em qualquer barco, mas não exatamente no barco onde o Papa estaria. O telefone tocou confirmando que eu estaria no barco do Papa, e que haveria outros barcos ao redor para representar os 12 apóstolos com Jesus. A notÃcia veio em um momento em minha vida onde eu precisava ouvir novamente o chamado de Jesus e o chamado a entrar em seu barco. Senti-me honrada, especial, escolhida, privilegiada por este convite. Senti novamente o chamado de Jesus. Havia 400 outras pessoas no barco do Papa: peregrinos de diferentes nações no deck principal, cardeais e bispos na seção do meio do barco, e no fundo estavam todos os organizadores da JMJ e muitos comitês. Eu pertenci ao grupo de religiosos e movimentos. Havia muitas pessoas naquele barco do Papa, e ainda assim senti como se fosse pessoal. O Papa Bento representou, para mim, Jesus no barco com seus discÃpulos, cruzando para o outro lado. E mesmo assim, não apertei a mão do Papa, nem falei com ele pessoalmente, sua presença significou Cristo em minha vida novamente.
Entramos no barco no Sydney Opera House, e o Papa embarcou em um ponto depois no porto. Enquanto navegávamos, havia pessoas ao longo de todo o porto. Eu me lembrava das multidões que seguiam Jesus pela terra, enquanto ele estava no barco. Fui ao deck superior com os jovens do mundo. Estávamos com bandeiras de todas as partes do mundo e nos pediram que carregássemos as bandeiras, mesmo que não fossem de nossos paÃses. Peguei a bandeira da China. O clima era de alegria, havia dança e música, e todos conversavam uns com os outros. Era quase como se todos nos conhecêssemos. O que nos unia? Será que era porque estávamos todos no mesmo barco?
Finalmente chegamos ao ponto onde o Papa embarcou. Estávamos animados e felizes. O Papa embarcou e continuamos ao longo do porto. Desta vez fomos escoltados por muitos outros barcos. Um barco particular chamou a atenção da maioria: era um barco pequeno, e tinha a imagem de Maria, nossa Mãe. Foi significante. O Papa navegava com Maria pelas margens. Jesus fez esta jornada com Ela ao seu lado. E agora, como seus discÃpulos, nós fazÃamos essa jornada com ela também.
Passamos pela ponte Harbour. As pessoas pagaram muito dinheiro para escalar no topo da ponte. Quando o barco passou por baixo, todos olhamos para cima, e todos acenavam para nós. Eles esperaram um bom tempo – pendurados no ar – só para cumprimentar o Papa e todos nós. Eu fui profundamente tocada.
Quando finalmente chegamos ao Barangaroo, a multidão era imensa, e havia uma alegre celebração. Para muitos de nós, a JMJ representou estar com o Papa, mas também nos trouxe a possibilidade estarmos uns com os outros e com o mundo.
-O Vocation Expo foi um dos grandes projetos da JMJ. Como você estava envolvida nos preparativos, você acha que este tipo de aproximação da juventude ajuda a descobrir a vocação na vida?
-Maria Pineda: Toda minha comunidade estava envolvida com os preparativos do Vocation Expo, éramos cerca de 200 comunidades organizando cabines ou stands para mostrar seu carisma particular e missão. A Vocation Expo estava localizada no Centro de Convenções na área do Darling Harbour, e esteve aberta durante toda a JMJ.
Funcionamos dia e noite. Calculou-se que 5 mil peregrinos transitaram pelo Vocation Expo, quase toda hora, durante o tempo em que estava aberto. Isso é muita gente, como você pode imaginar.
Sim, acredito que o Vocation Expo foi uma ajuda para muitos peregrinos que se perguntavam sobre sua vocação. Apenas começamos a fazer perguntas vitais sobre nossa vida e o que Deus queria de nós se estivermos abertos para Deus. A JMJ é um excelente meio de abrir nossos corações para Deus, porque através do relacionamento com outros peregrinos, abrimos nossos corações não apenas um para o outro, mas esta abertura se estende a Deus.
-Como você está encarregada da pastoral universitária da Universidade de Wollongong Campus, como descreveria o impacto deixado pela JMJ nos estudantes que você conhece?
-Maria Pineda: Estimamos que 85% dos peregrinos foram à JMJ pela primeira vez. É o caso de todos os estudantes que conheço de Wollongong. O impacto permanece, mesmo depois de um mês. Antes da JMJ estes estudantes não tinham interesse por Cristo, nem mesmo de participar da vida da Igreja, e depois da JMJ eles se tornaram mais vivos e procuram manter sua experiência fresca, buscando formas de participar da vida de fé do campus. Temos Missa no campus semanalmente, e depois da JMJ a presença dos jovens dobrou. Isso acontece também em muitas paróquias. Os estudantes depois da JMJ estão mais entusiastas com relação a Jesus e estão mais abertos a dizer que eles são católicos.
A JMJ não é apenas uma semana de atividades centrada no Papa e nos jovens. Ela começa dois anos antes do evento, preparando, construindo a vida das paróquias, de grupos de jovens, e usando o evento como um fermento para colocar vida na Igreja novamente. E agora, depois da JMJ, posso ver que esta semente que foi plantada tão diligentemente está crescendo na vida da Igreja Australiana.
-Faz muitos anos que você está trabalhando como missionária católica na Austrália. Você acha que a população foi tocada pela JMJ e pela visita do Papa? O que aconteceu nos corações dos australianos?
-Maria Pineda: Deus conduz as pessoas pelo caminho do amor. Todos na Austrália souberam do evento através da mÃdia e manifestaram uma impressão muito boa sobre o evento. A polÃcia foi elogiada pelos jovens por seu serviço. Os motoristas de ônibus foram hospitaleiros em levar os peregrinos depois das catequeses para os lugares que queriam ir e se ofereciam voluntariamente para fazer viagens extras, tudo por causa da gentileza e do calor humano dos peregrinos. Foi verdadeiramente uma celebração de fé, e marcou os espectadores com certeza. Até os que não estavam envolvidos se sentiram tocados de alguma forma pelos peregrinos no transporte público, andando pelas ruas, cantando e conversando, ou apenas sendo felizes. A maioria das atividades da JMJ foi ao redor da área central da cidade, então as pessoas dos escritórios e das lojas, dos bancos, todos não puderam evitar ser uma parte do espÃrito contagiante da JMJ.
O Papa impactou os australianos apenas por ser o que ele é: o lÃder de nossa Igreja. Seu jeito gentil e simples aqueceu os corações dos peregrinos em uma noite muito fria de vigÃlia. E as pessoas da Austrália se lembrarão dele pela revolução que ele provocou na cidade de Sydney, em 2008.
Acredito que as próximas JMJ continuarão causando impacto não apenas para as nações que a recebem, mas para o mundo inteiro. Então, Madri que se prepare, porque a jornada de 2011 vai transformar o paÃs!
Dernières notes

