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  <title>SITE CATHOLIQUE DES PORTUGAIS D'ORLEANS</title>
 <description><![CDATA[Portugais d'Orléans et de la région]]></description>
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  <language>fr</language>
  <dc:date>2008-09-08T03:25:20+01:00</dc:date>
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   <title>DIMANCHE 07 SEPTEMBRE 2008 : EVANGILE DU JOUR ET COMMENTAIRE  -  SUR LA LIBERTÉ RELIGIEUSE AU PORTUGAL= OPINION DE MARIO SOARES</title>
   <pubDate>Sun, 07 Sep 2008 09:20:00 +0100</pubDate>
   <dc:language>fr</dc:language>
   <dc:creator>Gabriel JEUGE</dc:creator>
   <dc:subject><![CDATA[RELIGION]]></dc:subject>
   <description>
<![CDATA[
PROGRAMME :

- 23è DIMANCHE ORDINAIRE : ÉVANGILE (en français); COMMENTAIRE (en portugais)  -

-  PROBLÈME ÉPINEUX AU PORTUGAL : LA LIBERTÉ RELIGIEUSE (AVIS DE MARIO SOARES)     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1029525-1295115.jpg" alt="DIMANCHE 07 SEPTEMBRE 2008 : EVANGILE DU JOUR ET COMMENTAIRE  -  SUR LA LIBERTÉ RELIGIEUSE AU PORTUGAL= OPINION DE MARIO SOARES" title="DIMANCHE 07 SEPTEMBRE 2008 : EVANGILE DU JOUR ET COMMENTAIRE  -  SUR LA LIBERTÉ RELIGIEUSE AU PORTUGAL= OPINION DE MARIO SOARES" />
     </div>
     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Évangile selon Matthieu 18,15-20</span></b></span>       <br />
              <br />
       Jésus disait à ses disciples: « Si ton frère a commis un péché, va lui parler seul à seul et montre-lui sa faute. S'il t'écoute, tu auras gagné ton frère. S'il ne t'écoute pas, prends encore avec toi une ou deux personnes afin que toute l'affaire soit réglée sur la parole de deux ou trois témoins. S'il refuse de les écouter, dis-le à la communauté de l'Église ; s'il refuse encore d'écouter l'Église, considère-le comme un païen et un publicain. Amen, je vous le dis : tout ce que vous aurez lié sur la terre sera lié dans le ciel, et tout ce que vous aurez délié sur la terre sera délié dans le ciel. Encore une fois, je vous le dis : si deux d'entre vous sur la terre mettent d'accord pour demander quelque chose, ils l'obtiendront.       <br />
              <br />
              <br />
       *******************************************************************************************       <br />
              <br />
       <b><span class="u">COMENTARIO</span></b>       <br />
              <br />
       AMBIENTE       <br />
              <br />
       O capítulo 18 do Evangelho de Mateus é conhecido como o &#8220;discurso eclesial&#8221;. Apresenta uma catequese de Jesus sobre a experiência de caminhada em comunidade. Aqui, Mateus ampliou de forma significativa algumas instruções apresentadas por Marcos sobre a vida comunitária (cf. Mc 9,33-37. 42-47) e compôs, com esses materiais, um dos cinco grandes discursos que o seu Evangelho nos apresenta. Os destinatários desta &#8220;instrução&#8221; são os discípulos e, através deles, a comunidade a que o Evangelho de Mateus se dirige.       <br />
       A comunidade de Mateus é uma comunidade &#8220;normal&#8221; &#8211; isto é, é uma comunidade parecida com qualquer uma das que nós conhecemos. Nessa comunidade existem tensões entre os diversos grupos e problemas de convivência: há irmãos que se julgam superiores aos outros e que querem ocupar os primeiros lugares; há irmãos que tomam atitudes prepotentes e que escandalizam os pobres e os débeis; há irmãos que magoam e ofendem outros membros da comunidade; há irmãos que têm dificuldade em perdoar as falhas e os erros dos outros&#8230; Para responder a este quadro, Mateus elaborou uma exortação que convida à simplicidade e humildade, ao acolhimento dos pequenos, dos pobres e dos excluídos, ao perdão e ao amor. Ele desenha, assim, um &#8220;modelo&#8221; de comunidade para os cristãos de todos os tempos: a comunidade de Jesus tem de ser uma família de irmãos, que vive em harmonia, que dá atenção aos pequenos e aos débeis, que escuta os apelos e os conselhos do Pai e que vive no amor.       <br />
              <br />
       MENSAGEM       <br />
              <br />
       O fragmento do &#8220;discurso eclesial&#8221; que nos é hoje proposto refere-se, especialmente, ao modo de proceder para com o irmão que errou e que provocou conflitos no seio da comunidade. Como é que os irmãos da comunidade devem proceder, nessa situação? Devem condenar, sem mais, e marginalizar o infractor?       <br />
       Não. Neste quadro, as decisões radicais e fundamentalistas raramente são cristãs. É preciso tratar o problema com bom senso, com maturidade, com equilíbrio, com tolerância e, acima de tudo, com amor. Mateus propõe um caminho em várias etapas&#8230;       <br />
       Em primeiro lugar, Mateus propõe um encontro com esse irmão, em privado, e que se fale com ele cara a cara sobre o problema (vers. 15). O caminho correcto não passa, decididamente, por dizer mal &#8220;por trás&#8221;, por publicitar a falta, por criticar publicamente (ainda que não se invente nada), e muito menos por espalhar boatos, por caluniar, por difamar. O caminho correcto passa pelo confronto pessoal, leal, honesto, sereno, compreensivo e tolerante com o irmão em causa.       <br />
       Se esse encontro não resultar, Mateus propõe uma segunda tentativa. Essa nova tentativa implica o recurso a outros irmãos (&#8220;toma contigo uma ou duas pessoas&#8221; &#8211; diz Mateus &#8211; vers. 16) que, com serenidade, sensibilidade e bom senso, sejam capazes de fazer o infractor perceber o sem sentido do seu comportamento.       <br />
       Se também essa tentativa falhar, resta o recurso à comunidade. A comunidade será então chamada a confrontar o infractor, a recordar-lhe as exigências do caminho cristão e a pedir-lhe uma decisão (vers. 16a).       <br />
       No caso de o infractor se obstinar no seu comportamento errado, a comunidade terá que reconhecer, com dor, a situação em que esse irmão se colocou a si próprio; e terá de aceitar que esse comportamento o colocou à margem da comunidade. Mateus acrescenta que, nesse caso, o faltoso será considerado como &#8220;um pagão ou um cobrador de impostos&#8221; (vers. 17b). Isto significa que os pagãos e os cobradores de impostos não têm lugar na comunidade de Mateus? Não. Ao usar este exemplo, o autor deste texto não pretende referir-se a indivíduos, mas a situações. Trata-se de imagens tipicamente judaicas para falar de pessoas que estão instaladas em situações de erro, que se obstinam no seu mau proceder e que recusam todas as oportunidades de integrar a comunidade da salvação.       <br />
       A Igreja tem o direito de expulsar os pecadores? Mateus não sugere aqui, com certeza, que a Igreja possa excluir da comunhão qualquer irmão que errou. Na realidade, a Igreja é uma realidade divina e humana, onde coexistem a santidade e o pecado. O que Mateus aqui sugere é que a Igreja tem de tomar posição quando algum dos seus membros, de forma consciente e obstinada, recusa a proposta do Reino e realiza actos que estão frontalmente contra as propostas que Cristo veio trazer. Nesse caso, contudo, nem é a Igreja que exclui o prevaricador: ele é que, pelas suas opções, se coloca decididamente à margem da comunidade. A Igreja tem, no entanto, que constatar o facto e agir em consequência.       <br />
       Depois desta instrução sobre a correcção fraterna, Mateus acrescenta três &#8220;ditos&#8221; de Jesus (cf. Mt 18,18-20) que, originalmente, seriam independentes da temática precedente, mas que Mateus encaixou neste contexto.       <br />
       O primeiro (vers. 18) refere-se ao poder, conferido à comunidade, de &#8220;ligar&#8221; e &#8220;desligar&#8221;. Entre os judeus, a expressão designava o poder para interpretar a Lei com autoridade, para declarar o que era ou não permitido e para excluir ou reintroduzir alguém na comunidade do Povo de Deus; aqui, significa que a comunidade (algum tempo antes &#8211; cf. Mt 16,19 &#8211; Jesus dissera estas mesmas palavras a Pedro; mas aí Pedro representava a totalidade da comunidade dos discípulos) tem o poder para interpretar as palavras de Jesus, para acolher aqueles que aceitam as suas propostas e para excluir aqueles que não estão dispostos a seguir o caminho que Jesus propôs.       <br />
       O segundo (vers. 19) sugere que as decisões graves para a vida da comunidade devem ser tomadas em clima de oração. Assegura aos discípulos, reunidos em oração, que o Pai os escutará.       <br />
       O terceiro (vers. 20) garante aos discípulos a presença de Jesus &#8220;no meio&#8221; da comunidade. Neste contexto, sugere que as tentativas de correcção e de reconciliação entre irmãos, no seio da comunidade, terão o apoio e a assistência de Jesus.       <br />
       Pe GARRIDO, Dehoniano       <br />
              <br />
              <br />
       *****************************************************************************************
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1029525-1295116.jpg" alt="DIMANCHE 07 SEPTEMBRE 2008 : EVANGILE DU JOUR ET COMMENTAIRE  -  SUR LA LIBERTÉ RELIGIEUSE AU PORTUGAL= OPINION DE MARIO SOARES" title="DIMANCHE 07 SEPTEMBRE 2008 : EVANGILE DU JOUR ET COMMENTAIRE  -  SUR LA LIBERTÉ RELIGIEUSE AU PORTUGAL= OPINION DE MARIO SOARES" />
     </div>
     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Liberdade Religiosa</span></b></span>       <br />
              <br />
       Mário Soares faz balanço positivo       <br />
       mas diz que ainda há muito por fazer       <br />
              <br />
       Mário Soares diz que é preciso ter paciência. Foi há um ano que assumiu os destinos da Comissão da Liberdade Religiosa.       <br />
       Muito foi feito, mas muito há ainda por fazer, considerou num balanço para a Agência Lusa.       <br />
       «O balanço é positivo. Foi um ano bastante positivo, mas também difícil e melindroso porque há sempre posições bastante diferentes», afirmou Mário Soares, na véspera de se assinalar um ano sobre a sua tomada de posse.       <br />
       O seu primeiro ano de funções como presidente da Comissão foi marcado por várias alterações: a validade dos casamentos civis sob forma religiosa para pessoas não-católicas foi reconhecida pelo Estado e diferentes comunidades viram validado o seu estatuto de pessoa colectiva religiosa, ou seja, passaram a ser reconhecidas como comunidades religiosas em Portugal.       <br />
       Porém, outros aspectos, como a assistência religiosa nas capelanias dos hospitais e quartéis, um dos pontos na Lei da Liberdade Religiosa que até agora mais polémica suscitou, continuam por regulamentar.       <br />
       Mário Soares explicou que grande parte do trabalho da Comissão passa por dar pareceres sobre as candidaturas que grupos de certas confissões apresentam para serem reconhecidas como tais: «Fazer essa triagem é importante para ter um panorama global das confissões religiosas que existem», explicou.       <br />
       Sobre a falta de regulamentação da assistência religiosa nos hospitais e quartéis, Mário Soares garantiu que esses pontos «estão a tentar ser resolvidos».       <br />
       «Essas coisas levam o seu tempo. Não podemos ser impacientes, não se pode fazer tudo ao mesmo tempo. É um problema que já está mais ou menos acalmado. Todos têm direito a ter acesso a essa assistência religiosa», sublinhou o ex-chefe de Estado.       <br />
       Em declarações à Lusa, também Fernando Soares Loja, vice-presidente da Comissão, faz um balanço «francamente positivo», mas admite que «ainda há muito por fazer», sobretudo na «regulamentação legislativa da assistência religiosa, mas também de aspectos fiscais».       <br />
       «O acesso das pessoas não-católicas à assistência religiosa ainda tem que ser regulamentado.       <br />
       É também preciso verificar situações relativamente ao IVA e IRS», adiantou       <br />
       o responsável. «Neste momento as comunidades religiosas em Portugal não são tratadas no plano fiscal com plena igualdade. Este ponto tem que ser estudado e ponderado», precisou Fernando Soares Loja.       <br />
       A Comissão de Liberdade Religiosa é um órgão independente e consultivo do Parlamento e do Governo e compete-lhe pronunciar-se sobre todas as matérias relacionadas com a aplicação, desenvolvimento e alteração da Lei da Liberdade Religiosa.       <br />
       Sobre a regulamentação da assistência religiosa nos hospitais, Fernando Loja disse que esta continua «pendente», explicando que o antigo ministro da Saúde, Correia de Campos, «tinha o processo entre mãos», tendo sido «trabalhados dois projectos», que, devido à sua saída, acabaram por não ser aprovados.       <br />
       «Enquanto um cidadão português católico internado num hospital público tem acesso imediato a essa assistência, outro não-católico, na cama de lado, não a tem», lamentou.       <br />
       Segundo o responsável, a Comissão tem recebido «várias queixas de ministros de culto de várias confissões», segundo as quais «o acesso aos doentes lhes é impedido ou dificultado».       <br />
       Relativamente à assistência religiosa nos quartéis, a situação é «idêntica», afirmou, sublinhando que «há três anos foi pedida uma reunião ao Ministério da Defesa», que «ficou de estudar o caso», mas «até hoje não apresentou qualquer iniciativa legislativa».       <br />
       Apesar de tudo, e mesmo «com alguma demora», o responsável vincou que a Lei da Liberdade Religiosa tem «vindo a ser regulamentada em diversas áreas».       <br />
       Sublinhou que a alteração referente aos casamentos civis sob forma religiosa de não-católicos, «conseguida em 2007 depois de terem sido introduzidas alterações ao Código do Registo Civil», já permitiu a «várias comunidades religiosas reconhecidas pelo Estado celebrarem cerimónias com efeitos civis».       <br />
       Antes destas alterações, todos os cidadãos não-católicos em Portugal tinham que casar obrigatoriamente pelo Registo Civil, uma vez que as respectivas cerimónias não eram reconhecidas pelo Estado, como acontece com o casamento pela Igreja Católica.       <br />
       «Ainda não dispomos de números concretos, mas já devem ter sido celebradas meia dúzia, o que significa que esse mecanismo já está a ser utilizado», adiantou o vice-presidente.       <br />
              <br />
       Concordata é outro processo       <br />
              <br />
       Sobre o atraso na regulamentação da Concordata [acordo entre a Santa Sé e o Estado português], Fernando Soares Loja lembrou que esse é um processo que «não diz respeito à Lei da Liberdade Religiosa, mas à Constituição».       <br />
       Considerou também, numa posição pessoal, que a própria existência de uma Concordata entre o Estado e a Igreja Católica «belisca» o «princípio da igualdade e da separação», defendida pela Comissão.       <br />
       Mário Soares, agnóstico assumido, sublinhou ainda nunca «perder de vista o fenómeno da religião», mas lembrou que a liberdade religiosa significa também «ter o direito de não ter religião», como «muitas pessoas em Portugal».       <br />
       (fonte : DM)
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
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   <title>SAMEDI 06 SEPTEMBRE 2008 : EN ATTENDANT LE PAPE: NOTES SUR LES 'BERNARDINS' - LES 'J.O PARALYMPIQUES'</title>
   <pubDate>Sat, 06 Sep 2008 10:45:00 +0100</pubDate>
   <dc:language>fr</dc:language>
   <dc:creator>Gabriel JEUGE</dc:creator>
   <dc:subject><![CDATA[QUESTIONS ACTUELLES]]></dc:subject>
   <description>
<![CDATA[
PROGRAMME:

-  DANS QUELQUES JOURS, LE PAPE BENOÎT XVI SERA EN FRANCE. AVANT D'ALLER À LOURDES, IL SERA À PARIS, OÙ IL CÉLÉBRERA UNE MESSE SUR L'ESPLANADE DES INVALIDES... IL DOIT S'ADRESSER AU MONDE INTELLECTUEL DANS LE COUVENT NOUVELLEMENT RESTAURÉ DES "BERNARDINS" (VOIR LA NOTICE EN FRANÇAIS)

- APRÈS LES J.O DE PÉKIN, ONT LIEU, TRADITIONNELLEMENT, SUR LES LIEUX MÊMES, LES "J.O PARALYMPIQUES", DESTINÉS À DES ATHLÈTES HANDICAPÉS PHYSIQUEMENT. MOINS CONNUS, CES JEUX MÉRITENT CEPENDANT NOTRE ATTENTION, CAR ILS MANIFESTENT L'EXTRAORDINAIRE VOLONTÉ DE VIVRE QUI ANIME CES ATHLÈTES.     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1029028-1294271.jpg" alt="SAMEDI 06 SEPTEMBRE 2008 : EN ATTENDANT LE PAPE: NOTES SUR LES 'BERNARDINS' - LES 'J.O PARALYMPIQUES'" title="SAMEDI 06 SEPTEMBRE 2008 : EN ATTENDANT LE PAPE: NOTES SUR LES 'BERNARDINS' - LES 'J.O PARALYMPIQUES'" />
     </div>
     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">NOTICE SUR LES "BERNARDINS"</span></b></span>       <br />
              <br />
       <b>Le mot : « Bernardins »</b>       <br />
              <br />
              <br />
       Manière commune de désigner les cisterciens après la réforme de l'ordre bénédictin à partir de 1098 par Robert de Molesme et surtout saint Bernard de Clairvaux. Ce noble bourguignon, entré en 1112 à Cîteaux, a été très vite envoyé à la tête d'un groupe de moines pour fonder une abbaye cistercienne dans la vallée de Langres (« claire vallée », devenue « Clairvaux ») dans laquelle il impose une discipline sévère.       <br />
              <br />
       En 1245, Étienne de Lexington, abbé de Clairvaux, achète un domaine au pied de la montagne Sainte-Geneviève à Paris et y construit un collège sur le modèle architectural cistercien. À la Révolution, le collège est vendu comme bien national : il devient prison pour galériens, puis entrepôt, avant d'accueillir successivement une fourrière, une école primaire puis, en 1845, une caserne de sapeurs-pompiers.       <br />
              <br />
              <br />
       <b>L'un des joyaux de l'architecture gothique dans la capitale</b>       <br />
              <br />
              <br />
       En 1245, alors que Notre-Dame n'a pas fini d'élever ses tours, Étienne de Lexington, abbé de Clairvaux, est encouragé par une bulle du pape Innocent IV à envoyer des cisterciens (appelés aussi bernardins, en référence à saint Bernard, leur réformateur) étudier à Paris. Il achète un domaine au pied de la montagne Sainte-Geneviève et y fait construire un collège sur le modèle architectural des abbayes cisterciennes.       <br />
              <br />
       À la Révolution, l'église est détruite et le collège vendu comme bien national : il devient prison pour galériens, puis entrepôt, avant d'accueillir successivement les archives de la préfecture, une fourrière, une école primaire puis, en 1845, une caserne de sapeurs-pompiers. On avait envisagé un temps d'y installer l'École des chartes puis un musée, mais aucun de ces projets n'a abouti.       <br />
              <br />
       Claire LESEGRETAIN       <br />
              <br />
              <br />
              <br />
       <b>DISCOURS DU PAPE</b>       <br />
              <br />
               <br />
       Le discours du pape au monde de la culture aura lieu dans le collège des Bernardins       <br />
              <br />
              <br />
       Ce sont 650 invités, écrivains, comédiens, artistes, universitaires, etc., qui ont été conviés par le cardinal André Vingt-Trois à la rencontre avec le pape dans ce nouveau lieu ouvert à la culture de ce temps       <br />
              <br />
       Le discours de Benoît XVI au « monde de la culture », vendredi 12 septembre à 17 h 30 au collège des Bernardins, devrait être l'un des temps forts de sa visite en France. La rencontre a un temps été envisagée à l'Institut, quai Conti à Paris, le cardinal Joseph Ratzinger étant, depuis 1992, membre associé étranger de l'Académie des sciences morales et politiques. Mais, pour des raisons essentiellement pratiques, la solution proposée par le diocèse de Paris a été retenue : la grande salle gothique du collège des Bernardins bénéficiera là d'un lancement exceptionnel.       <br />
              <br />
       650 invités seront présents, représentant le monde de la culture dans sa diversité : écrivains, comédiens et metteurs en scène, artistes plasticiens, mais aussi éditeurs, universitaires et patrons de presse.       <br />
              <br />
       "En aucun cas le caractère confessionnel n'a donc joué"       <br />
       En pratique, le cabinet du cardinal André Vingt-Trois, archevêque de Paris, s'est chargé des invitations, demandant à chaque diocèse de lui indiquer des noms, ainsi qu'aux personnes chargées, dans l'Église, de l'interface avec la culture (aumôniers des artistes&#8230;). Il a également décidé d'inviter certains des intervenants des conférences de Carême de Notre-Dame.       <br />
              <br />
       Enfin, certains seront présents « ès qualités », comme les membres de l'Académie des sciences morales et politiques, de l'Académie française, et les dix-huit membres du comité de parrainage du collège des Bernardins, des personnalités &#8211; comme Jacques Delors, Michel Camdessus, Hélène Carrère d'Encausse, secrétaire perpétuelle de l'Académie française, ou encore l'historien et diplomate israélien Elie Barnavi &#8211; qui ont apporté leur aide pour la recherche de mécènes. « En aucun cas le caractère confessionnel n'a donc joué », souligne la communication du diocèse.       <br />
              <br />
       Une prestigieuse assemblée       <br />
       Au final, c'est une prestigieuse assemblée qu'a constituée le cardinal Vingt-Trois. Denis Tillinac, Daniel Rondeau ou Daniel Pennac seront quelques-uns des écrivains présents. Valère Novarina, Olivier Py et Henri Tisot, entre autres, représenteront la scène théâtrale.       <br />
              <br />
       Aux côtés de Christine Albanel, ministre de la culture et de la communication, et de Jean-Jacques Aillagon, l'un de ses prédécesseurs, siégeront de nombreux professionnels du secteur : Jean de Loisy, critique d'art et commissaire de l'exposition « Traces du sacré » au Centre Pompidou, le président du Musée d'Orsay, Guy Cogeval, le directeur du théâtre du Châtelet à Paris, Jean-Luc Choplin, ou encore Jean-Marie Caplet, le directeur du cinéma parisien l'Arlequin.       <br />
              <br />
       De nombreux universitaires ont également accepté l'invitation du pape, comme les philosophes Jean-Luc Marion, Michel Serres, Julia Kristeva, Rémi Brague ou encore Abdelwahab Meddeb.       <br />
              <br />
       Enfin, Franz-Olivier Giesbert, directeur du Point, Patrick de Carolis, président de France Télévisions (et membre du comité de parrainage du collège des Bernardins), Étienne Mougeotte, directeur de la rédaction du Figaro, ainsi que Bruno Frappat, président du directoire du groupe Bayard, et Dominique Quinio, directrice de La Croix, seront quelques-uns des représentants du monde des médias.       <br />
       Anne-Bénédicte HOFFNER       <br />
              <br />
              <br />
       *************************************************************************************************************
     </div>
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     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1029028-1294272.jpg" alt="SAMEDI 06 SEPTEMBRE 2008 : EN ATTENDANT LE PAPE: NOTES SUR LES 'BERNARDINS' - LES 'J.O PARALYMPIQUES'" title="SAMEDI 06 SEPTEMBRE 2008 : EN ATTENDANT LE PAPE: NOTES SUR LES 'BERNARDINS' - LES 'J.O PARALYMPIQUES'" />
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      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Les JO paralympiques, belle compétition sportive</span></b></span>       <br />
              <br />
       Retour à Pékin pour l'autre compétition olympique qui commence ce samedi.       <br />
       La fête durera deux semaines. On attend une bonne prestation des Français       <br />
              <br />
       Ils sont presque tous là, les sélectionnés français pour les Paralympiques, ce samedi 30 août, à la Fédération handisport, à Paris. Les judokas en jaune, les pongistes en bleu, les athlètes en blanc et les nageuses en rose et blanc. Tous tendus, réservés, discrets. Heureux de se revoir, mais sans effusion. Déjà concentrés sur leur épreuve, ils concèdent quelques instants aux journalistes venus les interroger.       <br />
       Les plus anciens regrettent que la presse ne s'intéresse pas plus à eux et que La Croix soit le seul journal qui ait demandé à la Fédération une accréditation pour suivre ces Jeux olympiques des personnes handicapées.       <br />
       La tension se sent dans les regards. Certains ont les nerfs à vif. « Même les politiques nous ignorent », tempête Xavier Le Draoullec, qui va tenter de décrocher une médaille en saut en longueur. Lui, l'ancien militaire amputé de la jambe gauche après avoir sauté sur une mine au Liban, ne décolère pas. « Chirac, au moins, il savait faire. Il était venu nous encourager avant notre départ pour Sydney et pour Athènes, et ce geste-là était très important pour nous, mais aujourd'hui, pas de président, pas un ministre. Ils se fichent de nous. » Le secrétaire d'État aux sports, Bernard Laporte, est tout de même là, le lendemain soir, pour saluer ceux qui n'étaient pas partis, et la secrétaire d'État à la solidarité, Valérie Létard, a rappelé dans un communiqué que « chaque individu doit avoir la possibilité de faire du sport sans discrimination d'aucune sorte ». Service minimum.       <br />
       Tous les deux seront à Pékin pendant la première semaine pour encourager les Français.       <br />
       Car ces très jeunes sportifs sont fragiles, capricieux et susceptibles, comme tous les athlètes de haut niveau.       <br />
       Que nul ne se méprenne ! Les Jeux paralympiques ne relèvent ni du mérite ni du courage. « Nous ne sommes pas des handicapés qui font du sport mais des sportifs qui veulent gagner une médaille pour nous, pour la France, pour notre ville ou notre région et notre entraîneur », dit Emeric Martin, capitaine de l'équipe de France. C'est dire qu'à ce niveau, le sport pour handicapés a dépassé l'image qu'il avait au départ. Il n'est plus une thérapie pour surmonter les séquelles de l'accident ou pour aider à assumer le handicap, mais une grande épreuve, certes spectaculaire, mais sportive avant tout.       <br />
       À observer leur entraînement tout au long de l'année, le nombre de stages et de compétitions, force est de constater que plus rien ne distingue un athlète de haut niveau valide ou handicapé. « Nous avons le même type de préparation et les mêmes exigences, que ce soit au niveau physique, mental et psychologique.       <br />
       Les Jeux olympiques pour valides et pour handicapés demandent des qualités comparables », ajoute Joël Jeannot, médaillé d'or à Athènes sur 10 000 m en fauteuil.       <br />
       Jusque dans les années 1970, on regardait la différence, on voyait plus l'exploit du handicapé que la performance sportive. Maintenant, ces athlètes sont souvent des jeunes très sportifs avant d'avoir un accident et qui, en fauteuil, poursuivent leur sport ou un autre. « Ce qui est difficile à percevoir pour le grand public, c'est la notion de performance, explique Christian Paillard, directeur technique national, grand ordonnateur de la préparation. Quand un tétraplégique lance le poids de 4 kg à trois mètres, comment pouvezvous savoir si c'est une bonne performance ? Moi je peux l'apprécier parce que je sais que ses biceps et ses triceps ne sont plus fonctionnels et qu'il a réussi ces trois mètres par le déclenchement rapide de l'épaule, par la force d'inertie et par une technique très travaillée, mais cela ne saute pas aux yeux. L'image du sportif handicapé change quand le public apprend que, pour arriver à ce niveau, certains ont effectué 18 stages nationaux. »       <br />
       La belle histoire des Paralympiques commence à la fin de la dernière guerre mondiale. D'anciens aviateurs de la Royal Air Force, blessés et devenus paraplégiques, sont alors en rééducation près de Londres. Le directeur de       <br />
       l'établissement, le docteur Ludwig Guttman, neurochirurgien, pense qu'ils seront sûrement mieux dans leur peau de handicapé s'ils font du sport. Il monte des équipes de basket et de tir à l'arc, et, le jour de la cérémonie d'ouverture des Jeux olympiques de Londres, en 1948 , il organise dans son centre de rééducation des compétitions en fauteuils roulants. C'était la préfiguration des Paralympiques. Mais il a fallu attendre les Jeux olympiques de Rome, en 1960, pour qu'aient lieu les premiers Jeux officiels pour personnes handicapées. Depuis les Jeux de Séoul, en 1988, les Paralympiques ont lieu dans la même ville, quelques jours après les JO des valides. D'ailleurs, le mot        <br />
       « paralympiques »  vient de para qui signifie « à côté de ». Pour ces Jeux de Pékin, l'équipe de France a de bonnes chances de médailles. Les six premières nations à Athènes (lire ci-contre) seront sûrement intouchables et on s'attend à une razzia de la Chine.       <br />
       D'abord parce que le pays compte plus de 80 millions de personnes handicapées, ensuite parce qu'il a investi dans des installations sportives adaptées à couper le souffle, enfin parce que le handisport est devenu une cause nationale. La France restera dans le deuxième wagon, probablement dans les 10 premières places car elle n'est présente que dans 13 disciplines sur 20. Mais il faudra se méfier de pays comme la République tchèque et la Pologne qui ont fait beaucoup d'efforts, et le Mexique progresse dans la discrétion.       <br />
       « Notre potentiel a monté en quatre ans. Les athlètes ont beaucoup plus travaillé et on a complètement changé parce qu'on s'entraîne avec nos collègues valides. On fait des stages avec eux, on bénéficie de leur encadrement, de la logique olympique et cela nous booste énormément », constate Christian Paillard. Le rapprochement avec les valides s'est produit grâce à Jean-François Lamour, ancien ministre des sports et ancien médaillé d'escrime. C'est lui qui a provoqué un déclic grâce à une grande complicité entre escrimeurs valides et handicapés.       <br />
       Avec des primes alignées sur celles des valides (50 000 &euro; pour une médaille d'or, 20 000 &euro; pour l'argent et 13 000 &euro; pour le bronze), avec une pression de plus en plus grande et un niveau de plus en plus élevé, les dirigeants devront être encore plus vigilants sur le mal qui ronge le sport de haut niveau : la tentation du dopage.       <br />
       Le sportif le plus dopé de France était un haltérophile handicapé. Il essayait tous les produits interdits. Pour voir. Les dirigeants l'ont convaincu d'arrêter la compétition il y a deux ans. Heureusement, les sportifs paralympiques doivent respecter la même réglementation que les valides et subissent les mêmes contrôles inopinés que les sportifs de haut niveau.       <br />
       « Récemment, confie le président de la Fédération handisport, Gérard Masson, on en a pris trois qui fumaient des joints en pensant que cela leur ferait du bien. D'autres un peu trop&#8230;. d'aspirine. On les a engueulés et ils ont vite arrêté. Nous sommes et serons d'autant plus vigilants que nous savons bien qu'un jeune handicapé est quelqu'un qui vit souvent seul, passe l'essentiel de son temps à regarder la télé et qu'il peut être tenté de trouver des aides artificielles quand la prime est à 50 000 &euro;. »       <br />
       Quant à la triche au handicap, elle est devenue quasi impossible depuis qu'existent des classificateurs internationaux qui jugent le degré de handicap de chaque sélectionné, et si trois athlètes contestent la classification d'un concurrent il doit repasser devant la commission. « Cependant, de temps en temps on s'interroge », lâche Gérard Masson. Quant au président du Comité français paralympique, André Auberger, il rappelle que ces athlètes paralympiques sont amateurs &#8211; sauf quatre ou cinq tennismen et autant de basketteurs professionnels &#8211; et qu'ils peuvent pratiquer leur sport uniquement parce que leur employeur leur accorde des allègements d'horaires. Pour la première fois, toutes les entreprises ont détaché à 100 % les sélectionnés français depuis six mois. C'est dire que jamais nos athlètes n'ont d'aussi bonnes conditions avant des JO. C'est bon signe.       <br />
       DOMINIQUE GERBAUD       <br />
       
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
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   <title>VENDREDI 05 SEPTEMBRE 2008  :  DES 'JEUNES MESSAGERS DE MARIE' EN MISSION  -  L'AUSTRALIE APRÈS LES JMJ</title>
   <pubDate>Fri, 05 Sep 2008 10:30:00 +0100</pubDate>
   <dc:language>fr</dc:language>
   <dc:creator>Gabriel JEUGE</dc:creator>
   <dc:subject><![CDATA[RELIGION]]></dc:subject>
   <description>
<![CDATA[
PROGRAMME :

- UN GROUPE DE JEUNES "MESSAGERS DE MARIE" A VÉCU UNE SEMAINE DE VIE "MISSIONNAIRE" DANS LE DIOCÈSE DE ÉVORA... UNE EXPÉRIENCE QUI MÉRITE 'ÊTRE CONNUE, ET QUI DEVRAIT ATTIRER DE NOMBREUX JEUNES CHRÉTIENS.

- APRÈS LES JMJ DE SIDNEY, DONT ON A TANT PARLÉ EN JUILLET, UN BILAN POSITIF SE DÉGAGE EN AUSTRALIE (ENTRETIEN AVEC UNE AUSTRALIENNE)     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1028066-1292975.jpg" alt="VENDREDI 05 SEPTEMBRE 2008  :  DES 'JEUNES MESSAGERS DE MARIE' EN MISSION  -  L'AUSTRALIE APRÈS LES JMJ" title="VENDREDI 05 SEPTEMBRE 2008  :  DES 'JEUNES MESSAGERS DE MARIE' EN MISSION  -  L'AUSTRALIE APRÈS LES JMJ" />
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      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Jovens Mensageiros de Maria em Missão  	</span></b></span>       <br />
               <br />
              <br />
       Foi de 26 de Julho a 3 de Agosto que o grupo Mensageiros de Maria se deslocou até à Aldeia do Carvalhal, no concelho de Abrantes, para realizar mais umas Missões Católicas. O grupo, constituído maioritariamente por jovens de Borba, foi também composto por jovens de Vila Viçosa, Estremoz, Moura e Barreiro e ainda pela equipa de apoio do Redondo e pelo Pe. Carlos Melo. Ao todo foram 25 pessoas.       <br />
              <br />
       Durante esta semana, o grupo realizou várias actividades no Carvalhal, como encontros de crianças e jovens, um teatro e uma vigília de oração a terminar a semana, para além da animação de algumas Eucaristias. Em especial, durante a semana o grupo dedicou-se a visitar as casas, de forma particular, os idosos e os doentes.       <br />
              <br />
       A comunidade do Carvalhal aderiu ao projecto, tendo sido grande o apoio recebido pelo grupo, nomeadamente na logística e na oferta de alimentos para as refeições. Para além disso, o grupo da Juventude Mariana Vicentina do Carvalhal, recentemente formado, participou também activamente nestas Missões.       <br />
              <br />
       Este foi a quinta semana de Missões Católicas organizada pelo grupo de jovens Mensageiros de Maria. Integradas na Missão-País do Movimento Apostólico de Schoenstatt, estas Missões tiveram como lema "Vem e segue-Me!".       <br />
              <br />
       Depois de 2 anos em Mourão e 2 anos em Campia, foi através do Arcebispo de Évora, D. José Alves, que estas Missões tiveram como destino a aldeia do Carvalhal. D. José já tinha mostrado interesse em levar este projecto para a Diocese de Portalegre-Castelo Branco, ainda quando era Bispo daquela Diocese.       <br />
              <br />
       fonte: Agência Ecclesia       <br />
              <br />
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     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1028066-1292976.jpg" alt="VENDREDI 05 SEPTEMBRE 2008  :  DES 'JEUNES MESSAGERS DE MARIE' EN MISSION  -  L'AUSTRALIE APRÈS LES JMJ" title="VENDREDI 05 SEPTEMBRE 2008  :  DES 'JEUNES MESSAGERS DE MARIE' EN MISSION  -  L'AUSTRALIE APRÈS LES JMJ" />
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     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">JMJ transformou o coração dos australianos</span></b></span>       <br />
              <br />
       Entrevista com Maria Pineda       <br />
              <br />
       SYDNEY, 4 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- A Austrália não é mais a mesma. O coração dos australianos foi tocado quando, algumas semanas atrás, mais de 223 mil católicos se uniram em Sydney para celebrar sua fé em comum no maior evento que a Austrália já organizou.       <br />
       Zenit conversou com Maria Pineda, uma missionária católica que reside em Sydney e que estava envolvida nos preparativos oficiais da JMJ. Como membro de Verbum Dei, uma fraternidade missionária, Maria é responsável pela pastoral universitária da Universidade de Wollongong Campus.       <br />
              <br />
       -Você foi escolhida para ser uma das australianas que acompanharia o Papa Bento XVI no barco durante sua chegada ao porto de Sydney. O que você sentiu naquele momento?       <br />
              <br />
       -Maria Pineda: Primeiramente eu achei que estaria em qualquer barco, mas não exatamente no barco onde o Papa estaria. O telefone tocou confirmando que eu estaria no barco do Papa, e que haveria outros barcos ao redor para representar os 12 apóstolos com Jesus. A notícia veio em um momento em minha vida onde eu precisava ouvir novamente o chamado de Jesus e o chamado a entrar em seu barco. Senti-me honrada, especial, escolhida, privilegiada por este convite. Senti novamente o chamado de Jesus. Havia 400 outras pessoas no barco do Papa: peregrinos de diferentes nações no deck principal, cardeais e bispos na seção do meio do barco, e no fundo estavam todos os organizadores da JMJ e muitos comitês. Eu pertenci ao grupo de religiosos e movimentos. Havia muitas pessoas naquele barco do Papa, e ainda assim senti como se fosse pessoal. O Papa Bento representou, para mim, Jesus no barco com seus discípulos, cruzando para o outro lado. E mesmo assim, não apertei a mão do Papa, nem falei com ele pessoalmente, sua presença significou Cristo em minha vida novamente.       <br />
              <br />
       Entramos no barco no Sydney Opera House, e o Papa embarcou em um ponto depois no porto. Enquanto navegávamos, havia pessoas ao longo de todo o porto. Eu me lembrava das multidões que seguiam Jesus pela terra, enquanto ele estava no barco. Fui ao deck superior com os jovens do mundo. Estávamos com bandeiras de todas as partes do mundo e nos pediram que carregássemos as bandeiras, mesmo que não fossem de nossos países. Peguei a bandeira da China. O clima era de alegria, havia dança e música, e todos conversavam uns com os outros. Era quase como se todos nos conhecêssemos. O que nos unia? Será que era porque estávamos todos no mesmo barco?       <br />
              <br />
       Finalmente chegamos ao ponto onde o Papa embarcou. Estávamos animados e felizes. O Papa embarcou e continuamos ao longo do porto. Desta vez fomos escoltados por muitos outros barcos. Um barco particular chamou a atenção da maioria: era um barco pequeno, e tinha a imagem de Maria, nossa Mãe. Foi significante. O Papa navegava com Maria pelas margens. Jesus fez esta jornada com Ela ao seu lado. E agora, como seus discípulos, nós fazíamos essa jornada com ela também.       <br />
              <br />
       Passamos pela ponte Harbour. As pessoas pagaram muito dinheiro para escalar no topo da ponte. Quando o barco passou por baixo, todos olhamos para cima, e todos acenavam para nós. Eles esperaram um bom tempo &#8211; pendurados no ar &#8211; só para cumprimentar o Papa e todos nós. Eu fui profundamente tocada.       <br />
              <br />
       Quando finalmente chegamos ao Barangaroo, a multidão era imensa, e havia uma alegre celebração. Para muitos de nós, a JMJ representou estar com o Papa, mas também nos trouxe a possibilidade estarmos uns com os outros e com o mundo.       <br />
              <br />
       -O Vocation Expo foi um dos grandes projetos da JMJ. Como você estava envolvida nos preparativos, você acha que este tipo de aproximação da juventude ajuda a descobrir a vocação na vida?       <br />
              <br />
       -Maria Pineda: Toda minha comunidade estava envolvida com os preparativos do Vocation Expo, éramos cerca de 200 comunidades organizando cabines ou stands para mostrar seu carisma particular e missão. A Vocation Expo estava localizada no Centro de Convenções na área do Darling Harbour, e esteve aberta durante toda a JMJ.       <br />
              <br />
       Funcionamos dia e noite. Calculou-se que 5 mil peregrinos transitaram pelo Vocation Expo, quase toda hora, durante o tempo em que estava aberto. Isso é muita gente, como você pode imaginar.       <br />
              <br />
       Sim, acredito que o Vocation Expo foi uma ajuda para muitos peregrinos que se perguntavam sobre sua vocação. Apenas começamos a fazer perguntas vitais sobre nossa vida e o que Deus queria de nós se estivermos abertos para Deus. A JMJ é um excelente meio de abrir nossos corações para Deus, porque através do relacionamento com outros peregrinos, abrimos nossos corações não apenas um para o outro, mas esta abertura se estende a Deus.       <br />
              <br />
       -Como você está encarregada da pastoral universitária da Universidade de Wollongong Campus, como descreveria o impacto deixado pela JMJ nos estudantes que você conhece?       <br />
              <br />
       -Maria Pineda: Estimamos que 85% dos peregrinos foram à JMJ pela primeira vez. É o caso de todos os estudantes que conheço de Wollongong. O impacto permanece, mesmo depois de um mês. Antes da JMJ estes estudantes não tinham interesse por Cristo, nem mesmo de participar da vida da Igreja, e depois da JMJ eles se tornaram mais vivos e procuram manter sua experiência fresca, buscando formas de participar da vida de fé do campus. Temos Missa no campus semanalmente, e depois da JMJ a presença dos jovens dobrou. Isso acontece também em muitas paróquias. Os estudantes depois da JMJ estão mais entusiastas com relação a Jesus e estão mais abertos a dizer que eles são católicos.       <br />
              <br />
       A JMJ não é apenas uma semana de atividades centrada no Papa e nos jovens. Ela começa dois anos antes do evento, preparando, construindo a vida das paróquias, de grupos de jovens, e usando o evento como um fermento para colocar vida na Igreja novamente. E agora, depois da JMJ, posso ver que esta semente que foi plantada tão diligentemente está crescendo na vida da Igreja Australiana.       <br />
              <br />
       -Faz muitos anos que você está trabalhando como missionária católica na Austrália. Você acha que a população foi tocada pela JMJ e pela visita do Papa? O que aconteceu nos corações dos australianos?       <br />
              <br />
       -Maria Pineda: Deus conduz as pessoas pelo caminho do amor. Todos na Austrália souberam do evento através da mídia e manifestaram uma impressão muito boa sobre o evento. A polícia foi elogiada pelos jovens por seu serviço. Os motoristas de ônibus foram hospitaleiros em levar os peregrinos depois das catequeses para os lugares que queriam ir e se ofereciam voluntariamente para fazer viagens extras, tudo por causa da gentileza e do calor humano dos peregrinos. Foi verdadeiramente uma celebração de fé, e marcou os espectadores com certeza. Até os que não estavam envolvidos se sentiram tocados de alguma forma pelos peregrinos no transporte público, andando pelas ruas, cantando e conversando, ou apenas sendo felizes. A maioria das atividades da JMJ foi ao redor da área central da cidade, então as pessoas dos escritórios e das lojas, dos bancos, todos não puderam evitar ser uma parte do espírito contagiante da JMJ.       <br />
              <br />
       O Papa impactou os australianos apenas por ser o que ele é: o líder de nossa Igreja. Seu jeito gentil e simples aqueceu os corações dos peregrinos em uma noite muito fria de vigília. E as pessoas da Austrália se lembrarão dele pela revolução que ele provocou na cidade de Sydney, em 2008.       <br />
              <br />
       Acredito que as próximas JMJ continuarão causando impacto não apenas para as nações que a recebem, mas para o mundo inteiro. Então, Madri que se prepare, porque a jornada de 2011 vai transformar o país!       <br />
       
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
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   <title>JEUDI 04 SEPTEMBRE 2008 : L'ÉVANGILE DU JOUR  -  L'ÉVÊQUE DE PORTO RÉFLÉCHIT À PROPOS DE LA RENTRÉE SCOLAIRE</title>
   <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 10:25:00 +0100</pubDate>
   <dc:language>fr</dc:language>
   <dc:creator>Gabriel JEUGE</dc:creator>
   <dc:subject><![CDATA[RELIGION]]></dc:subject>
   <description>
<![CDATA[
PROGRAMME :

- ÉVANGILE DU JOUR ET SON COMMENTAIRE (en français)

- RÉFLEXIONS DE L'ÉVÊQUE DE PORTO À PROPOS DE LA RENTRÉE SCOLAIRE.     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1026803-1291197.jpg" alt="JEUDI 04 SEPTEMBRE 2008 : L'ÉVANGILE DU JOUR  -  L'ÉVÊQUE DE PORTO RÉFLÉCHIT À PROPOS DE LA RENTRÉE SCOLAIRE" title="JEUDI 04 SEPTEMBRE 2008 : L'ÉVANGILE DU JOUR  -  L'ÉVÊQUE DE PORTO RÉFLÉCHIT À PROPOS DE LA RENTRÉE SCOLAIRE" />
     </div>
     <div>
      	       <br />
       <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">L'ÉVANGILE DU JOUR	</span></b></span>       <br />
              <br />
              <br />
       <b>Evangile de Jésus-Christ selon saint Luc 5,1-11.</b>       <br />
              <br />
       Un jour, Jésus se trouvait sur le bord du lac de Génésareth ; la foule se pressait autour de lui pour écouter la parole de Dieu.       <br />
       Il vit deux barques amarrées au bord du lac ; les pêcheurs en étaient descendus et lavaient leurs filets.       <br />
       Jésus monta dans une des barques, qui appartenait à Simon, et lui demanda de s'éloigner un peu du rivage. Puis il s'assit et, de la barque, il enseignait la foule.       <br />
       Quand il eut fini de parler, il dit à Simon : « Avance au large, et jetez les filets pour prendre du poisson. »       <br />
       Simon lui répondit : « Maître, nous avons peiné toute la nuit sans rien prendre ; mais, sur ton ordre, je vais jeter les filets. »       <br />
       Ils le firent, et ils prirent une telle quantité de poissons que leurs filets se déchiraient.       <br />
       Ils firent signe à leurs compagnons de l'autre barque de venir les aider. Ceux-ci vinrent, et ils remplirent les deux barques, à tel point qu'elles enfonçaient.       <br />
       A cette vue, Simon-Pierre tomba aux pieds de Jésus, en disant : « Seigneur, éloigne-toi de moi, car je suis un homme pécheur. »       <br />
       L'effroi, en effet, l'avait saisi, lui et ceux qui étaient avec lui, devant la quantité de poissons qu'ils avaient prise ;       <br />
       et de même Jacques et Jean, fils de Zébédée, ses compagnons. Jésus dit à Simon : « Sois sans crainte, désormais ce sont des hommes que tu prendras. »       <br />
       Alors ils ramenèrent les barques au rivage et, laissant tout, ils le suivirent.       <br />
              <br />
              <br />
              <br />
       <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">COMMENTAIRE DE L'ÉVANGILE</span></b></span>       <br />
              <br />
              <br />
              <br />
       Saint José Maria Escriva de Balaguer (1902-1975), prêtre, fondateur       <br />
              <br />
       « Désormais ce sont des hommes que tu prendras »       <br />
              <br />
             « Voici : je vais envoyer quantité de pêcheurs, oracle du Seigneur, qui les pêcheront » (Jr 16,16). Il nous précise ainsi notre grande mission : la pêche. On dit ou on écrit parfois que le monde est comme une mer. Il y a du vrai dans cette comparaison. Dans la vie humaine, comme dans la mer, il existe des périodes de calme et de tempête, de tranquillité et de vents violents. Les hommes se trouvent fréquemment dans des eaux amères, parmi de grandes vagues ; ils avancent au milieu des orages, tristes navigateurs, même quand ils semblent joyeux, voire exubérants : leurs éclats de rire cherchent à dissimuler leur découragement, leur déception, leur vie sans charité ni compréhension. Ils se dévorent les uns les autres, comme les poissons.       <br />
              <br />
             Faire en sorte que tous les hommes entrent, de plein gré, dans les filets divins et s'aiment les uns les autres, voilà la tâche des enfants de Dieu. Si nous sommes chrétiens, nous devons nous transformer en ces pêcheurs que décrit le prophète Jérémie à l'aide d'une métaphore que Jésus Christ a également employée à plusieurs reprises : « Venez à ma suite, et je vous ferai pêcheurs d'homme », dit-il à Pierre et à André.       <br />
              <br />
             Nous allons accompagner le Christ dans cette pêche divine. Jésus est « au bord du lac de Génésareth et les gens se bousculent autour de lui, désireux d'écouter la parole de Dieu » (Lc 5,1). Comme aujourd'hui ! Ne le voyez-vous pas ?       <br />
              <br />
       
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1026803-1291198.jpg" alt="JEUDI 04 SEPTEMBRE 2008 : L'ÉVANGILE DU JOUR  -  L'ÉVÊQUE DE PORTO RÉFLÉCHIT À PROPOS DE LA RENTRÉE SCOLAIRE" title="JEUDI 04 SEPTEMBRE 2008 : L'ÉVANGILE DU JOUR  -  L'ÉVÊQUE DE PORTO RÉFLÉCHIT À PROPOS DE LA RENTRÉE SCOLAIRE" />
     </div>
     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Mensagem de D. Manuel Clemente por ocasião do inicio do novo ano escolar 2008/09 	 </span></b></span>       <br />
       <b>Escrito por Portal Cristo Jovem   </b>       <br />
       04-Sep-2008       <br />
              <br />
       <b>Um ano para educar, uma escola a redescobrir</b>       <br />
              <br />
       O tema da educação, especialmente a escolar, é sem dúvida do maior interesse e substância. No entanto, culturalmente falando, esta mesma caracterização é já o problema: &#8220;interesse&#8221; conjuga-se hoje no plural e na variedade; e a &#8220;substância&#8221;, se persiste, é muito mais rarefeita, menos densa na consistência do objecto e na convicção do sujeito.       <br />
              <br />
       Não é demais verificá-lo, mas seria demais criticá-lo de modo apenas negativo. A pluralidade dos interesses vem da complexificação dos motivos e motivações que sucessivamente nos tocam e interpelam. A catadupa de informações e descobertas, o cruzamento de dados em redes múltiplas, tudo questiona amanhã as certezas de hoje e muito mais as de ontem ou anteontem&#8230; Estamos já muito longe do &#8220;livro único&#8221; e é muito difícil fazer compêndios. Igualmente difícil, senão impossível, é manter um pensamento linear e uma coerência simples, feita de cortes apriorísticos e metas prefixadas.       <br />
              <br />
       Daí que a substância educativa se ressinta e dilua. Onde são tantos os motivos, são difíceis as súmulas e as sínteses; os enciclopedistas cederam o lugar aos especialistas e estes, em termos clássicos, estão mais do lado dos acidentes do que da substância. Claramente mais do lado da perspectiva individual do que da visão global, mais da &#8220;contribuição&#8221; ou da &#8220;abordagem&#8221; particulares do que do discurso universal. Ressente-se disso a filosofia, mais retraída nas condições do conhecimento, como gnoseologia, do que no seu objecto primeiro e último, como metafísica.       <br />
              <br />
       Repito que não entendo isto como algo de absolutamente negativo, antes como exigência, ou crise, de crescimento. Nem sequer é totalmente inédito, mas tem hoje intensidade maior, sobretudo em termos quantitativos.       <br />
              <br />
       Digo-o por ser recorrente pensar que os tempos mudam e mudam para pior, no que à educação geral respeita. E também para adiantar o que retomarei depois, ou seja, que o futuro da educação, dentro e fora de Portugal, estará mais do lado dos educadores e dos educandos do que das &#8220;matérias&#8221; em si mesmas.       <br />
              <br />
       Atendamos às seguintes apreciações: &#8220;Como me envergonho dos rapazes deste século. [&#8230;] Um rapazinho de treze anos comete hoje mais embustes e mais acções reprováveis que dez homens feitos do tempo dos nossos pais. [&#8230;] Uma menina de hoje é mais pretensiosa que uma mulher núbil de outros tempos. Qual é a causa disto? Só Deus sabe. Actualmente, as crianças são precoces&#8221;.       <br />
              <br />
       Talvez nos pareçam muito actuais e agora ouvidas... Na verdade, &#8220;permanecem&#8221; actuais sendo já muito antigas, recolhidas no século XVI!(1) E poderíamos remontar mais atrás, muito antes dos progressos modernos, da aceleração do tempo e da generalização dos relógios. Cada geração define-se em relação a certo entendimento geral das coisas, nas primeiras fases da vida. Algo sobrevém de seguida, quantitativa e qualitativamente, que, quando questiona o anterior, desperta reservas.       <br />
              <br />
       Hoje em dia é tal a precipitação das novidades e tão variada a sua qualidade que a referida apreciação reticente facilmente se transforma em aceitação desistente. Outrora, as reservas advinham de se porem em causa valorizações objectivas. Hoje, as desistências referem-se à &#8220;insustentável leveza do ser&#8221;, segundo um título pós-moderno (Kundera): se tudo parece ser e não ser, acontecer como desacontecer, a tendência é para resumir a sociabilidade à segurança física, a liberdade à disponibilidade para fazer isto ou aquilo, a verdade ao equilíbrio instável dos consensos ocasionais.       <br />
              <br />
       Os reflexos na educação são obviamente grandes e graves. - Partindo de quem está para quem vem, como ainda é costume, que proposta se fará, que base de valorização e vida?       <br />
              <br />
       Não admira que este seja um sector de particular ensaio e melindre na nossa sócio-cultura, tanto nas propostas teóricas como nas tentativas práticas. Educação significava acção formal e formativa, escola era instituição adequada a tal, família e docentes iam no mesmo sentido, sobre valores comuns e desejados. Actualmente, família e docência parecem menos consistentes, escola e educação são (in)definições mais trabalhosas.       <br />
              <br />
       Estas questões têm um âmbito bem mais largo, que é precisamente o da sociedade e da cultura. - Concretamente quanto à escola e à educação, em especial as públicas, o que é que queremos todos para transmitir a todos, mesmo que só essencialmente falando? Creio que nenhum de nós saberá responder sem hesitar a esta questão, aliás a mais básica e directa&#8230;       <br />
              <br />
       Chegámos portanto a uma aporia ou hesitação irremediável. E, quando isto acontece, qual beco sem saída, só nos resta uma solução, caso não queiramos desistir: voltar atrás e procurar outro caminho.       <br />
              <br />
       Devemos constatar com algum optimismo que a humanidade tem progredido exactamente assim, mais por patamares ou saltos do que nas actuais &#8220;escadas rolantes&#8221;. No próprio caso de cada um é frequente verificá-lo, em legítimas crises de crescimento, mesmo sem serem imediatamente bem-vindas.       <br />
              <br />
       A tendência é, de facto, para alongar lemas e modos muito além da sua funcionalidade, repetir actualmente respostas dadas a perguntas de ontem, perpetuar representações que a realidade conhecida e vivida já ultrapassou.       <br />
              <br />
       Até que esta mesma se torne irremediável ou &#8220;incontornável&#8221;. Só nos restará então voltar à rotunda e sair por outra via. Assim estaremos, parece, sem perder nada dum passado que só no fim se mostrou insuficiente, dando-nos, precisamente nisso, o melhor contributo para o futuro. Mesmo para o futuro da educação em Portugal.       <br />
              <br />
       A nova via, não a escolheremos às cegas. Desse mesmo passado sobra alguma coisa, algum indício. Precisamente o que nos centra nas pessoas, nos vários agentes do mundo educativo.       <br />
              <br />
       Também é neles que a referida aporia se manifesta primeiro. Por experiência pessoal e certamente compartilhada por muitíssimos, sei que a maior parte das observações e queixas provêm desse mesmo campo pessoal e interpessoal: questões de disciplina, de interesse pelas matérias, de objectivos globais e parciais&#8230; - Que fazer, que ensinar e para quê, em suma, no sentido da realização de todos e cada um (alunos e professores, auxiliares e famílias, comunidade local ou global)? &#8211; Que fazer fazendo-nos realmente, satisfatoriamente?       <br />
              <br />
       Mantêm cabimento as seguintes observações sobre a &#8220;crise de identidade e formação dos professores na actualidade&#8221;: &#8220; &#8230; os professores parecem sofrer &#8211; e não conduzir, embora de maneira modesta &#8211; a evolução da sociedade. A bem dizer, as atitudes dos professores perante a acção política ou a construção do futuro são contraditórias, na medida em que ‘o ofício de professor se enraíza numa certa ética e na aguda consciência da superioridade do letrado. O professor tem por vezes vontade de defender os valores que justificam o seu magistério. Conserva-se facilmente fiel à imagem de uma sociedade tradicional, hierarquizada e respeitadora do saber e da cultura' [P. Gerbod]. [&#8230;] Seria também necessário recordar, para explicar o actual mal-estar, por um lado o peso das estruturas hierárquicas e, por outro, o lugar real que, tanto sob o ângulo material como sob o ângulo moral, é concedido na sociedade aos professores. [&#8230;] Hoje, os progressos realizados nas ciências humanas e nas ciências da educação, juntamente com a evolução da reflexão política sobre as relações entre a escola e a sociedade, contribuem para modificar sensivelmente as concepções e as perspectivas da formação dos professores&#8221;. (2)       <br />
              <br />
       Em quatro pontos se detêm as observações escutadas: sobre a identidade do professor; sobre a tradição &#8220;conservadora&#8221; do seu ofício; sobre o seu lugar na sociedade; e tudo isto no novo quadro de relações entre escola e sociedade.       <br />
              <br />
       - Conduzir ou sofrer a evolução da sociedade? É sabido como a figura do professor, sobretudo na viragem do século XIX para o XX, era tida como determinante para a formação de novas gerações laboriosas e progressivas. Quase substituía o sacerdócio antigo da divindade pelo &#8220;sacerdócio&#8221; novo da humanidade e do futuro. Depois, em termos menos românticos mas ainda iluministas, &#8220;abria&#8221; inteligências e adestrava engenhos, em saberes mais clássicos ou mais tecnológicos. O mundo estava aí como campo largo e a história projectava-se como caminho certo. O problema, magno problema, surgiu com a desilusão de guerras e pós-guerras, as suspeitas generalizadas sobre os reais intuitos de grandes e pequenos, as retracções consumistas dos antigos ideais e a dificuldade em mantê-los como horizonte, tudo isto junto e a fragilizar a figura e a convicção do professor remanescente.       <br />
              <br />
       Numa escola que transmitia o saber adquirido, era deste lado que normalmente se situava o professor, como seu expositor e guardião. Numa escola onde se repercutam mais as dúvidas teóricas, ainda que metódicas, e as incertezas, ainda que de operação e ensaio, a natureza docente mudará também.       <br />
              <br />
       Aliás, a sociedade actual manifesta uma relação ambígua com a escola. Compreende-se e advoga-se o seu papel de transmissão e inovação no campo dos saberes teóricos e práticos. Mas não se lhe dá o lugar central que pretenderia ter nesse sentido, quer porque a escola perdeu a reverencial proeminência anterior, quer porque a transmissão dos conhecimentos a extravasa, numa rede muito mais larga e omnipresente, informática sobretudo.       <br />
              <br />
       Por tudo isto e além do mais, procura-se um outro enquadramento escola-sociedade e estamos longe da nova plataforma a alcançar. Entretanto, a transformação do sistema educativo traz ao professor custos e riscos. Tão inevitáveis como promissores, acrescente-se.       <br />
              <br />
       A perplexidade mantém-se, porque incide sobre os próprios objectivos da sociedade. Indefinidos estes, fragilizam-se os elos pessoais duma tradição dinâmica, como o são particularmente os professores, e mais difícil se torna a motivação dos alunos. Já há duas décadas se escrevia assim: &#8220; &#8230; o sector da educação, em Portugal, vem-se debatendo com muitas lacunas e dificuldades que condicionam o seu desejável desenvolvimento. Delas se destacam umas de carácter hexógeno e outras de carácter endógeno. Do primeiro conjunto salientam-se as seguintes: ausência de um modelo de desenvolvimento global, sectorial e regional para a sociedade portuguesa [&#8230;]; falta de articulação entre a educação/formação, o emprego e a actividade económica [&#8230;]. Quanto às questões endógenas são de referir as seguintes: [&#8230;] falta de relacionamento do sistema educativo com o mundo do trabalho e com o meio; [&#8230;] indefinição do perfil dos docentes necessários para o ensino não superior&#8221;. (3) Devemos constatar que, apesar dos inegáveis esforços posteriores, ainda há muito a repensar e a fazer para que a escola e a sociedade se reencontrem, com as necessárias consequências na relação cultural professor &#8211; aluno. Como igualmente constataremos que, dada a radicalidade da mutação contemporânea, o &#8220;problema&#8221; não se resolverá a partir do Estado, hoje menos consistente, mas duma sociedade que não desista de continuar.       <br />
              <br />
       Como se apontava atrás, é como sociedade aberta e dinâmica, do passado para o futuro, que nos devemos redefinir. Então também nos reencontraremos na escola, e muito especialmente aí. Longe de se desactualizar, ela obterá a máxima pertinência, mas como local onde de algum modo estejamos todos. Todos, porque a formação será obra da vida inteira, do pré-escolar ao &#8220;sénior&#8221;, aprendendo-se sempre, segundo a respectiva idade. Todos, porque em cada patamar de ensino se conjugarão as diversas instâncias da sociabilidade e da cultura: professores e alunos, auxiliares e famílias, instituições e ambientes, o meio próximo e o mais alargado. Que a escola e os que a fazem não se sintam postergados, mas valorizados pelo seu lugar central no conhecimento.       <br />
              <br />
       Conhecimento que, por ser partilhado e convivido, se torna reconhecimento mútuo, de pessoas e saberes, convicções e pesquisas, em secularidade preenchida e só assim verdadeira.       <br />
              <br />
       Secularidade refere-se ao mundo de todos, neste tempo comum. Não &#8220;independentemente&#8221; das convicções de cada um, mas exactamente na sua partilha. As pessoas sustentam convicções e sustentam-se por elas, mesmo quando não pareça. Abstrair deste aspecto é abstrair da vida real e geometrizar &#8220;no espaço&#8221; e não no século, no mundo concreto das pessoas vivas. Importa é que a escola se torne lugar de aproximação e convivência, sobretudo local, onde o conhecimento mútuo impeça o confronto de fantasmas ideológicos e crenças reprimidas.       <br />
              <br />
       Já o devíamos ter aprendido, com inúmeras &#8220;lições da história&#8221;, neste campo das convicções. Foram primeiro os unanimismos próprios e forçosos &#8211; também forçados - de tempos menos complexos: perigavam as minorias étnicas, religiosas e outras. Foram depois os assomos laicistas da modernidade, para que outro unanimismo se conseguisse por exclusão de partes, calando a transmissão pública das crenças e remetendo-as para o âmbito particular: perigava a verdade humana das convicções partilhadas e animadoras da vida em geral, sem as quais a pessoa concreta é sacrificada à abstracção individualista ou massificada, sem rosto nem nome autênticos.       <br />
              <br />
       De iniciativa pública ou particular, a escola não pode restringir arbitrariamente a proposta cultural, também no que à religião respeita. E insistindo sempre no carácter pessoal e personalista do processo educativo.       <br />
              <br />
       Para os professores, seja qual for a matéria, trata-se de partilhar o saber que activamente &#8220;professam&#8221;. Há muito que sabemos como eles são tão importantes como o ensino que ministram, exactamente pela intensidade existencial com que o façam. Com tais professores, os alunos são mais facilmente envolvidos num processo geral de conhecimento em que já começam a ser protagonistas.       <br />
              <br />
       Para realizar o bem comum, cabe ao Estado viabilizar uma escola assim, de iniciativa pública ou particular, distribuindo recursos e motivando sempre: segundo a vontade de todos e em benefício da coexistência e partilha de ideários e métodos legítimos. Legítimos pelo critério humanista (em prol da dignidade de cada pessoa humana), legítimos pela bondade realmente demonstrada (activando a solidariedade), legítimos pela real capacidade criativa (da ciência ao espírito).       <br />
              <br />
       Aí temos mais o novo ano lectivo, para avançarmos juntos. Partindo do encontro inter-pessoal, numa sociedade de todos que conte com cada um.       <br />
              <br />
       Porto, 28 de Agosto de 2008, Memória de Santo Agostinho       <br />
              <br />
       + Manuel Clemente, Bispo do Porto       <br />
               <br />
               <br />
               <br />
              <br />
       
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
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   <title>MERCREDI 03 SEPTEMBRE 2008 :  INGRID BETANCOURT S'EXPRIME APRÈS SA VISITE AU PAPE</title>
   <pubDate>Wed, 03 Sep 2008 11:22:00 +0100</pubDate>
   <dc:language>fr</dc:language>
   <dc:creator>Gabriel JEUGE</dc:creator>
   <dc:subject><![CDATA[RELIGION]]></dc:subject>
   <description>
<![CDATA[
PROGRAMME :
- APRÈS AVOIR ÉTÉ REÇUE PAR BENOÎT XVI, INGRID BETANCOURT A FAIT, COMME L'ON DIT, UN "POINT DE PRESSE", QUI NOUS EST RAPPORTÉ PAR L'AGENCE ZENIT, ET QUE VOUS TROUVEREZ CI-DESSOUS.     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1025698-1289549.jpg" alt="MERCREDI 03 SEPTEMBRE 2008 :  INGRID BETANCOURT S'EXPRIME APRÈS SA VISITE AU PAPE" title="MERCREDI 03 SEPTEMBRE 2008 :  INGRID BETANCOURT S'EXPRIME APRÈS SA VISITE AU PAPE" />
     </div>
     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Ingrid Betancourt revela como Deus tocou seu coração</span></b></span>       <br />
              <br />
       <b>Confidências após a audiência com Bento XVI</b>       <br />
              <br />
       Por Carmen Elena Villa Betancourt       <br />
              <br />
       CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 2 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Após os 25 minutos de encontro com Bento XVI ontem, no palácio apostólico de Castel Gandolfo, a ex-candidata à presidência da Colômbia, Ingrid Betancourt, revelou em uma coletiva de imprensa como Deus lhe tocou o coração em seu cativeiro.       <br />
              <br />
       Antes de ser seqüestrada, em fevereiro de 2002, Ingrid era uma mulher de pouca fé; ela mesma reconhece isso. Contudo, durante os quase 7 anos que permaneceu em poder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), no sul da selva colombiana, os únicos livros que tinha consigo eram a Bíblia e o dicionário; assim, durante os longos dias de cativeiro, ela se dedicava a ler e meditar a Palavra de Deus.       <br />
              <br />
       Consagração ao Sagrado Coração       <br />
              <br />
       Ingrid todos os dias escutava o rádio para poder se distrair e se informar. Um mês antes de sua libertação, em 1º de junho passado, estava ouvindo a Rádio Católica Mundial e escutou as promessas que experimentaria quem se consagrasse ao Sagrado Coração.       <br />
              <br />
       Ainda que Ingrid reconheça que não se lembra de todas, enumerou-as aos jornalistas: a primeira é tocar o coração duro de quem lhe faz sofrer; a segunda, abençoar os projetos do interessado; e a terceira, a ajuda para carregar a cruz e a presença divina na passagem da morte.       <br />
              <br />
       Ingrid relata que, ao escutar estas promessas, disse: «Isso é para mim. Eu preciso que Deus toque o coração duro da guerrilha, que toque o coração duro de todos aqueles que não deixam que a nossa liberdade se manifeste».       <br />
              <br />
       «Eu preciso que a minha missão, que é a de obter a liberdade de todos nós, Ele a tome para si, que a abençoe e permita que isso aconteça. E eu preciso que Ele me acompanhe para levar esta cruz porque sozinha eu não posso mais», comentou a cidadã colombo-francesa.       <br />
              <br />
       Ao conhecer estas promessas, Ingrid comenta que disse ao Sagrado Coração: «Jesus, nestes anos eu nunca te pedi nada. Mas hoje sim vou te pedir algo: como este é o mês do Sagrado Coração, teu mês, vou te pedir que me faças o milagre, não de minha libertação, porque não creio que seja possível, mas faze-me o milagre de que eu saiba quando vou ser libertada, porque se eu souber quando, por mais que seja dentro de muitos anos, vou ter a força para agüentar. Se tu me fizeres esse milagre, Senhor meu, serei tua».       <br />
              <br />
       Ingrid conta que disse ao Santo Padre: «Eu não sei o que quer dizer ser de Cristo». Ele lhe respondeu: «Ele vai te mostrar o caminho».       <br />
              <br />
       No dia 27 de junho, um comandante das FARC foi falar com Ingrid: «Há uma comissão internacional que vai visitar os prisioneiros e é muito provável que alguns de vocês sejam libertados».       <br />
              <br />
       Ingrid conta que o Santo Padre lhe disse: «Ele fez o milagre de sua libertação porque você soube pedir. Porque você não lhe pediu a sua libertação, mas que se fizesse a vontade d'Ele e que Ele a ajudasse a entender essa vontade».       <br />
              <br />
       Crer em Deus       <br />
              <br />
       Betancourt aproveitou a ocasião para convidar todos aqueles que não crêem: «Há muitas pessoas que estão distantes de Deus e não querem acreditar, e tantas pessoas que têm vergonha de crer em Deus. A única coisa que posso lhes dizer é que há alguém que nos ouve e nos fala com palavras e que se nós entendermos como falar com Ele, Ele vai nos ajudar».       <br />
              <br />
       Após a audiência, Ingrid assegurou que Bento XVI sempre ora pelos seqüestrados: «O Papa leva a dor dos que sofrem em sua alma», é um «homem de luz».       <br />
              <br />
       Igualmente, enviou uma mensagem de alento àqueles que foram seus companheiros no cativeiro e que ainda não foram libertados: «Sei que esta voz vai chegar à selva colombiana. Sei que logo vou abraçá-los na liberdade».       <br />
              <br />
       Também fez um apelo aos membros da guerrilha, que atualmente têm cerca de 3 mil seqüestrados em seu poder: «Vocês me tiveram sete anos cativa. Eu os conheço profundamente, conheço sua organização, sua maneira de pensar, seus objetivos. Hoje quero dizer-lhes que o mundo está esperando por vocês. O mundo quer que haja espaços em sua mente para que vocês alcancem a paz na Colômbia. (...) A resposta está no coração de vocês, não nos cálculos militares e políticos», concluiu.       <br />
       
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
     <div style="position: relative;">N'hsésitez pas à un envoyer un commentaire, si petit soit-il... Pour cela, il n'y  a qu'à cliquer sur le bouton "commentaire" (sous l'article) et se laisser guider.
Que ce "blog" soit un lieu d'échanges!</div>
]]>
</description>
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   <link>http://www.wmaker.net/portorl/MERCREDI-03-SEPTEMBRE-2008-INGRID-BETANCOURT-S-EXPRIME-APReS-SA-VISITE-AU-PAPE_a1151.html</link>
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   <title>MARDI 02 SEPTEMBRE 2008  : INGRID BETANCOURT REÇUE PAR LE PAPE  -  OMBRES SUR LES OLYMPIADES</title>
   <pubDate>Tue, 02 Sep 2008 10:28:00 +0100</pubDate>
   <dc:language>fr</dc:language>
   <dc:creator>Gabriel JEUGE</dc:creator>
   <dc:subject><![CDATA[RELIGION]]></dc:subject>
   <description>
<![CDATA[
PROGRAMME :

- HIER LUNDI, INGRID BETANCOURT A ÉTÉ REÇUE PAR LE PAPE, RÉALISANT UN DÉSIR MANIFESTÉ DÈS SON ARRIVÉE DE COLOMBIE.

- EN CHINE, APRÈS LE FABULEUX SPECTACLE DES J.O, COUP D'OEIL SUR LA VIE QUOTIDIENNE, QUI N'A RIEN DE RÉJOUISSANT EN CE QUI CONCERNE LES DROITS DE L'HOMME.     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1024455-1287580.jpg" alt="MARDI 02 SEPTEMBRE 2008  : INGRID BETANCOURT REÇUE PAR LE PAPE  -  OMBRES SUR LES OLYMPIADES" title="MARDI 02 SEPTEMBRE 2008  : INGRID BETANCOURT REÇUE PAR LE PAPE  -  OMBRES SUR LES OLYMPIADES" />
     </div>
     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">INGRID BETANCOURT A ÉTÉ REÇUE PAR LE PAPE</span></b></span>       <br />
              <br />
              <br />
       Reçue lundi 1er septembre par Benoît XVI, l'ex-otage colombienne a évoqué la situation de ses anciens compagnons toujours prisonniers       <br />
              <br />
              <br />
       «Un rêve », une « expérience extraordinaire », avec « un homme de lumière ». Devant les 200 journalistes qui la pressaient, les flashs qui se succédaient en saccade, Ingrid Betancourt n'hésitait pas, lundi 1er septembre dans l'après-midi, à dévoiler son émotion, à parler à c&#339;ur ouvert, rapportant en des termes extrêmement affectifs la rencontre qu'elle avait eue quelques heures auparavant avec Benoît XVI.       <br />
              <br />
       L'ex-otage franco-colombienne est arrivée dimanche 31 août au soir avec sa famille à Rome pour une visite de quatre jours en Italie. Dès son arrivée dans la capitale italienne, elle s'est rendue à la communauté Sant'Egidio, une association caritative qui s'était mobilisée pour sa libération avant de dîner en privé avec Walter Veltroni, l'ancien maire de Rome.       <br />
              <br />
       "Il a élevé vers le haut mon histoire"       <br />
       Vêtue d'un tailleur gris clair, les cheveux relevés en chignon, elle avait franchi lundi matin les portes de Castel Gandolfo, la résidence d'été du pape, pour une visite strictement privée comme Benoît XVI en accorde très peu.       <br />
              <br />
       Durant vingt-cinq minutes, elle a évoqué avec lui des choses intimes, notamment son expérience spirituelle en captivité. « Le pape m'a écoutée de telle manière qu'il a élevé vers le haut mon histoire », a-t-elle résumé. « Ce fut une rencontre très émouvante », notait ensuite le porte-parole du Saint-Siège, le P. Federico Lombardi.       <br />
              <br />
       L'ancienne prisonnière a notamment raconté à Benoît XVI comment elle avait entendu son appel à la radio en faveur des otages, alors qu'elle se trouvait dans la jungle colombienne : « Ce jour-là s'est ouverte pour moi une lumière d'espérance. » Elle se trouvait, a-t-elle raconté, après une très longue marche, découragée : « Il est difficile d'expliquer ce qu'on peut sentir, lorsqu'on est ainsi prisonnier, et que l'on comprend que, dehors, on ne nous oublie pas. »       <br />
              <br />
       Aller « au-delà des calculs militaires et politiques »       <br />
       Avec le pape, Ingrid Betancourt a aussi parlé de la Bible. « Benoît XVI est un immense chercheur de la Bible. » L'ex-otage lui a expliqué comment elle l'avait découverte lors de sa captivité. « Un livre génial ! », lance-t-elle, comme pour les convaincre, aux journalistes. Avec lui, elle a aussi prié pour ceux qui souffrent aujourd'hui en captivité, « notamment mes compagnons prisonniers en Colombie », que « le pape porte dans son c&#339;ur ».       <br />
              <br />
       Elle invite à aller « au-delà des calculs militaires et politiques », pour « cultiver une réflexion d'humanité et couper le cercle vicieux de la haine et de la vendetta ». L'ancienne candidate a nié vouloir reprendre le combat politique. Sa priorité est ailleurs : « Donner une voix à ceux qui n'en ont pas, et surtout à ceux qui sont encore aux mains des Farc, qui souffrent et que je connais. »       <br />
              <br />
       Enfin, interrogée sur sa foi catholique et sur le fait que, divorcée remariée, elle ne peut communier, Ingrid Betancourt s'est contentée de faire part de son interrogation sur une Église qui prive de communion « ceux qui, justement, en ont le plus besoin comme nous, les pécheurs ».       <br />
       Isabelle de GAULMYN       <br />
              <br />
              <br />
       ************************************************************************************************************
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1024455-1287581.jpg" alt="MARDI 02 SEPTEMBRE 2008  : INGRID BETANCOURT REÇUE PAR LE PAPE  -  OMBRES SUR LES OLYMPIADES" title="MARDI 02 SEPTEMBRE 2008  : INGRID BETANCOURT REÇUE PAR LE PAPE  -  OMBRES SUR LES OLYMPIADES" />
     </div>
     <div>
      <b><span class="u">Sombras sobre as Olimpíadas de Pequim</span></b>       <br />
              <br />
       <span class="fluo_jaune"><b>A China ainda está sem Ouro em Direitos Humanos</b></span>       <br />
              <br />
       Por Pe. John Flynn, LC       <br />
              <br />
       ROMA, domingo, 31 de agosto de 2008 (ZENIT.org).- O espetacular resultado da China no quadro de medalhas não foi alcançado, infelizmente, quando está relacionado a sua performance em respeito à liberdade religiosa e direitos humanos.       <br />
              <br />
       A dura repressão contra a oposição Tibetana alguns meses antes dos Jogos não deixou dúvidas sobre a firme resolução das autoridades chinesas em extinguir qualquer oposição. Nem a repressão contra ativistas cristãos dias antes da abertura dos eventos olímpicos.       <br />
              <br />
       As autoridades governamentais ordenaram ao pastor protestante Zhang Mingxuan que deixasse Pequim durante as Olimpíadas, de acordo com a edição de 1° de agosto do South China Morning Post. O empresário aposentado gastou seus últimos 22 anos viajando pela China, engajado em uma evangelização não autorizada.       <br />
              <br />
       Durante a última década, ele construiu mais de 10 igrejas domésticas &#8211; reuniões de cristãos não oficiais ou não registradas. Dessas, somente 3 permanecem em operação; o governo fechou as demais.       <br />
              <br />
       Em 7 de agosto, a Union of Catholic Asian (UCA) News afirmou que este pregador protestante não era o único alvo. Uma grande quantidade de bispos e sacerdotes não afiliados à Igreja Católica sancionada pelo governo foram proibidos de administrar sacramentos ou fazer trabalhos pastorais desde julho passado, de acordo com uma nota.       <br />
              <br />
       No que se refere à situação em Pequim, UCA News mencionava informações de ativistas da Igreja «clandestina» que disseram que desde agosto muitos sacerdotes clandestinos que trabalhavam na capital tiveram que retornar a suas cidades natais até o fim da Olimpíada.       <br />
              <br />
       Assim, enquanto alguns esperavam que os Jogos ajudariam a abrir a China para o resto do mundo, parece que ocorreu o contrário, de acordo com uma análise da situação publicada pelo National Catholic Register em sua edição de 10 a 16 de agosto.       <br />
              <br />
       O Register citou a estimativa que existem 12 milhões de católicos e 70 milhões de protestantes na China. Desse total, muitos pertencem à Igreja Católica «clandestina» ou a Igrejas domésticas Protestantes.       <br />
              <br />
       Durante o ano passado, mais de 600 protestantes foram presos ou detidos, 38 dos quais receberam sentença de mais de um ano de prisão, de acordo com o artigo. Entre os católicos existem aproximadamente 35 bispos clandestinos na cadeia, sob prisão domiciliar ou desaparecidos, de acordo com os dados apurados pelo Register.       <br />
              <br />
       Endurecimento       <br />
              <br />
       Steve Mosher, presidente do Population Research Institute, disse ao Register que centenas de missionários foram expulsos da China. «Está havendo um endurecimento no país», ele ressalta.       <br />
              <br />
       Entre os competidores na Vila Olímpica existiam lugares para oração e dezenas de clérigos disponíveis. Esta liberdade não ia além do muro divisório, comentou em um artigo de 10 de agosto sobre os direitos religiosos na China, publicado pelo Washington Post.       <br />
              <br />
       O artigo confirma outra notícia de repressão por parte das autoridades, incluindo prisões de líderes religiosos, negação de vistos para missionários estrangeiros e o fechamento de lugares de culto.       <br />
              <br />
       Da mesma forma, muitos seminários de Pequim foram destruídos porque não eram registrados nas formas aprovadas pelo governo.       <br />
              <br />
       «Uma importante razão pela repressão são as Olimpíadas. Este ano, líderes chineses foram mais pressionados por grupos externos, igrejas domésticas e mesmo por cidadãos isolados», disse Fan Yafeng, professor de direito no Instituto de Direito na Academia Chinesa de Ciências Sociais e líder de uma igreja doméstica com 80 membros, em comentários ao Washington Post.       <br />
              <br />
       Durante os Jogos Olímpicos a tentativa de missionários americanos de voar até a China para distribuir Bíblias falhou, quando autoridades alfandegárias chinesas confiscaram o material, segundo reportou a Associated Press em 17 de agosto.       <br />
              <br />
       Quatro missionários do grupo Vision Beyond Borders chegaram ao aeroporto na cidade de Kunmig com a intenção de distribuir Bíblias ao povo da cidade. O grupo, com sede em Sheridan, Wyoming, distribuiu Bíblias e material com ensinamento cristãos através do mundo para «fortalecer a igreja perseguida», de acordo com seu site.       <br />
              <br />
       Falha Olímpica       <br />
              <br />
       Na questão do respeito da China pelos direitos humanos, a Freedom House recentemente publicou o artigo «China and the Olympics». A organização, com sede em Washington, D.C., disse que Pequim intensificou a repressão em muitos aspectos durante os preparativos para as Olimpíadas.       <br />
              <br />
       A Freedom House comentou que os jornalistas chineses enfrentam uma maior repressão hoje que em 2001, quando seu país foi escolhido para receber os Jogos Olímpicos. Não somente os jornalistas ficaram sob doutrinação Marxista, mas o Departamento Central de Propaganda ditou os conteúdos nos boletins diários.       <br />
              <br />
       Os Jogos também causaram a desapropriação dos lares de mais de um milhão de pessoas para permitir novas instalações. Da mesma forma, as autoridades detiveram centenas de pessoas que vieram a Pequim como «mendigos» buscando reparação por abusos realizados por oficiais locais.       <br />
              <br />
       Isto foi confirmado em um artigo publicado no dia 2 de agosto pelo Washington Post, que descreveu como os Jogos Olímpicos se tornaram ocasião para ações contra «dissidentes, críticos e descontentes».       <br />
              <br />
       O artigo citou alegações de especialistas em direitos humanos, que afirmaram a prisão de milhares em ações repressivas que antecederam os Jogos.       <br />
              <br />
       Grupos internacionais de direitos humanos também acusaram a China de um aumento em violações dos direitos básicos. Um boletim de imprensa de 6 agosto do Human Rights Watch revelou que a corrida para as Olimpíadas de Pequim «foi marcada por um bem-documentado aumento de violações dos direitos de liberdade de expressão e associação, bem como da liberdade de imprensa».       <br />
              <br />
       Entre os pontos revelados pelo Human Rights Watch estava a hostilidade e restrição da mídia estrangeira, em violação das promessas feitas pela China quando foi designada para receber os Jogos. O boletim também revelou a remoção de trabalhadores migrantes de Pequim, mendigos e outros «indesejáveis» antes das Olimpíadas.       <br />
              <br />
       Sem protestos       <br />
              <br />
       As autoridades tomaram medidas cuidadosas para impedir qualquer protesto durante os Jogos, mas como uma concessão eles anunciaram a criação de locais especiais onde protestos oficialmente sancionados podiam ser feitos.       <br />
              <br />
       Em 19 de agosto, entretanto, o Los Angeles Times reportou que autoridades Chinesas não aprovaram nenhum dos 77 pedidos que receberam de pessoas que queriam promover protestos nesses locais.       <br />
              <br />
       O artigo citou a informação publicada pela New China News Agency, que revelou que 74 dos pedidos foram rejeitados porque os problemas «foram satisfatoriamente tratados por autoridades relevantes ou departamentos através de consultas». Os outros 3 pedidos não foram aceitos.       <br />
              <br />
       Enquanto as autoridades podem ter sufocado qualquer protesto local, elas não poderiam controlar as numerosas notícias da mídia internacional sobre as violações aos direitos humanos. France 24, um canal de televisão francês, levou ao ar um documentário sobre o transplante ilegal de órgãos na China. De acordo com o boletim publicado dia 7 de agosto pelo France 24, centenas de estrangeiros ricos têm a China como um atalho para o transplante de órgãos que pode salvar suas vidas.       <br />
              <br />
       A origem desses órgãos, alegou o canal francês, são os prisioneiros que recebem sentença de morte. O boletim afirmou que a cada ano a China executa entre 2 mil e 10 mil prisioneiros. De acordo com a Anistia Internacional, 90% dos transplantes na China vêm dos prisioneiros executados.       <br />
              <br />
       Enquanto isso, no outro lado do mundo, quando Bento XVI estava em férias no norte da Itália, ele visitou o local de nascimento de São José Freinademetz, um missionário italiano que deu bastante tempo de sua vida na China. «É importante que esse grande país abra-se ao Evangelho», reforçou o Papa.       <br />
       «São José Freinademetz nos mostrou que a fé não significa alienação de qualquer cultura, para algum povo, porque todas as culturas estão esperando por Cristo e não são destruídas pelo Senhor: De fato, [nele] elas encontram sua maturidade», comentou o pontífice. Uma maturidade que ainda falta à China.       <br />
       
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
     <div style="position: relative;">N'hsésitez pas à un envoyer un commentaire, si petit soit-il... Pour cela, il n'y  a qu'à cliquer sur le bouton "commentaire" (sous l'article) et se laisser guider.
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</description>
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  </item>
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   <title>LUNDI 1er SEPTEMBRE 2008 : PARLEZ-VOUS PORTUGAIS? -  VIE DE ST PAUL PAR BENOÎT XVI (II)</title>
   <pubDate>Mon, 01 Sep 2008 10:23:00 +0100</pubDate>
   <dc:language>fr</dc:language>
   <dc:creator>Gabriel JEUGE</dc:creator>
   <dc:subject><![CDATA[QUESTIONS ACTUELLES]]></dc:subject>
   <description>
<![CDATA[
PROGRAMME :

- VOICI UN ARTICLE INTÉRESSANT, TROUVÉ SUR UN BLOG FRANCO-PORTUGAIS (QUE SON AUTEUR VEUILLE BIEN NOUS PARDONNER L'EMPRUNT!MERCI!). BIEN QUE DATÉ DE MAI DERNIER, IL CONSERVE TOUTE SA VALEUR EN CES JOURS DE RENTRÉE SCOLAIRE.

- LE PAPE A RACONTÉ LA VIE DE SAINT-PAUL, LORS DE L'UNE DE SES DERNIÈRES AUDIENCES. VOICI LA 2è ET DERNIÈRE PARTIE)     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1023397-1286096.jpg" alt="LUNDI 1er SEPTEMBRE 2008 : PARLEZ-VOUS PORTUGAIS? -  VIE DE ST PAUL PAR BENOÎT XVI (II)" title="LUNDI 1er SEPTEMBRE 2008 : PARLEZ-VOUS PORTUGAIS? -  VIE DE ST PAUL PAR BENOÎT XVI (II)" />
     </div>
     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Parlez-vous portugais ?</span></b></span>       <br />
              <br />
       <b>Par luis le jeudi 8 mai 2008 - Lusophonie </b>       <br />
              <br />
       Si la réponse est oui, sachez que vous faites partie des quelque 200 millions de personnes qui parlent aujourd'hui le portugais dans le monde. Trop souvent absente des notices, des sous-titrages de films, des musées ou des langues utilisées sur le Net, l'histoire et les chiffres sont là pour attester de l'importance, passée, présente et future, de la langue portugaise.       <br />
              <br />
       Proclamée langue nationale par D. Dinis, 6ème roi du Portugal, le portugais devient une langue de savoir au XIIIème siècle, époque où apparaissent les premiers poèmes en langue portugaise et la première université. Langue des grands navigateurs, le portugais s'impose comme une langue d'échanges au XVème siècle. Grâce aux grandes découvertes, la langue portugaise est la première langue européenne parlée dans le reste du monde. Au XVIème et XVIIème siècles, le portugais est une langue diplomatique et commerciale dans les ports du sud asiatique, de l'Inde, des côtes africaines et de l'Amérique du Sud.       <br />
              <br />
       Aujourd'hui, il existe sept pays de langue officielle portugaise : le Portugal, le Brésil, la Guinée-Bissau, le Cap Vert, l'Angola, Saint Tomé et Prince et le Mozambique. On trouve également de nombreuses communautés portugaises éparpillées de par le monde : Canada, Etats-Unis, Vénézuela, Argentine, Angleterre, France, Benelux, Allemagne, Afrique du sud, Australie.       <br />
              <br />
       Ainsi, présent sur les cinq continents depuis des siècles, et ouvert au dialogue interculturel, le portugais a de précieux atouts pour l'avenir. La Lusophonie est en effet un espace en pleine expansion économique et démographique, attirant de plus en plus d'investisseurs. Le Brésil (8ème pays en PNB, dont la population atteindra dans le premier quart du XXIème siècle les 215 millions) sera avec la Chine et l'Inde, une des trois grandes puissances économiques de ce siècle.       <br />
              <br />
       Le portugais en chiffres :       <br />
              <br />
       Le portugais est la troisième langue européenne la plus parlée dans le monde.       <br />
              <br />
       Le portugais est actuellement la cinquième langue mondiale.       <br />
              <br />
       Le portugais occupe la huitième place mondiale économique (somme des PNB des pays.       <br />
              <br />
       Le portugais occupe la deuxième place (après l'anglais) du point de vue de la dispersion géographique et de la variété humaine.       <br />
              <br />
       Le portugais est actuellement la huitième langue la plus présente sur le réseau internet.       <br />
              <br />
       (source : Onisep)       <br />
              <br />
       http://lusitanie.free.fr/ (voir aussi dans l'annuaire des liens)       <br />
              <br />
       *************************************************************************************************************       <br />
       
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1023397-1286097.jpg" alt="LUNDI 1er SEPTEMBRE 2008 : PARLEZ-VOUS PORTUGAIS? -  VIE DE ST PAUL PAR BENOÎT XVI (II)" title="LUNDI 1er SEPTEMBRE 2008 : PARLEZ-VOUS PORTUGAIS? -  VIE DE ST PAUL PAR BENOÎT XVI (II)" />
     </div>
     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">VIDA DE SAO PAULO, POR BENTO XVI</span></b></span>       <br />
              <br />
       A terceira viagem missionária (CF. Atos 18, 23-21, 16) começou como sempre em Antioquia, que se havia convertido no ponto de origem da Igreja dos pagãos, da missão aos pagãos, e era o lugar no qual nasceu o termo «cristãos». Aqui, pela primeira vez, nos diz São Lucas, os seguidores de Jesus foram chamados de «cristãos». Daí, Paulo foi diretamente a Éfeso, capital da província da Ásia, onde permaneceu durante dois anos, desempenhando um ministério que teve fecundos resultados na região. De Éfeso, Paulo escreveu as Cartas aos Tessalonicenses e aos Coríntios. A população da cidade foi instigada contra ele pelos vendedores locais, que experimentaram uma diminuição de sua renda por causa da redução do culto a Artemísia (o templo que a ela dedicado em Éfeso, o Artemisião, foi uma das sete maravilhas do mundo antigo); por este motivo, teve de fugir para o norte. Depois de voltar a atravessar a Macedônia, desceu de novo à Grécia, provavelmente a Corinto, permanecendo ali três meses e escrevendo a famosa Carta aos Romanos.       <br />
              <br />
       Daí voltou sobre seus passos: voltou a passar pela Macedônia, chegou de barco a Trôade e, depois, passando pelas ilhas de Mitilene, Quíos, Samos, chegou a Mileto,onde pronunciou um importante discurso aos anciãos da Igreja de Éfeso, oferecendo um retrato do autêntico pastor da Igreja (Cf. Atos 20). Daqui, voltou a partir em vela para Tiro, e logo chegou a Cesaréia Marítima para subir uma vez mais a Jerusalém. Ali foi preso por causa de um mal-entendido: alguns judeus haviam confundido com pagãos outros judeus de origem grega, intiroduzidos por Paulo na área do templo reservada aos israelenses. A condenação à morte, prevista nestes casos, foi suspensa graças à intervenção do tribuno romano de guarda na área do templo (Cf. Atos 21, 27-36); isto aconteceu enquanto na Judéia era procurador imperial Antonio Félix. Após um período na prisão (cuja duração é debatida), dado que Paulo, por ser cidadão romano, havia apelado a César (que então era Nero), o procurador sucessivo, Porcio Festo, lhe enviou a Roma custodiado militarmente.       <br />
              <br />
       A viagem a Roma passou pelas ilhas mediterrâneas de Creta e de Malta, e depois pelas cidades de Siracusa, Regio de Calábria e Pozzuoli. Os cristãos de Roma saíram para recebê-lo na Via Apia até o Fóum de Appius (cerca de 70 quilômetros ao sul da capital) e outros até as Três Tabernas (a 40 quilômetros). Em Roma teve um encontro com os delegados da comunidade judaica, a quem lhes confiou que estava preso pela «esperança de Israel» (Cf. Atos 28, 20). Mas a narração de Lucas conclui mencionando os dois anos passados em Roma sob custódia militar, sem mencionar nenhuma sentença de César (Nero) nem sequer a morte do acusado.       <br />
              <br />
       Tradições sucessivas falam de uma libertação, de que teria empreendido uma viagem missionária à Espanha, assim como um sucessivo périplo em particular por Creta, Éfeso, Nicópolis em Epiro. Entre as hipóteses, se conjectura uma nova prisão e um segundo período de encarceramento em Roma (onde teria escrito as três cartas chamadas pastorais, ou seja, as duas a Timóteo e a de Tito) com um segundo processo desfavorável. Contudo, uma série de motivos leva muitos estudiosos de São Paulo a concluirem a biografia do apóstolo com a narração de Lucas nos Atos dos Apóstolos.       <br />
              <br />
       Sobre seu martírio voltaremos a falar mais adiante, no ciclo de nossas catequeses. Por agora, neste breve elenco das viagens de São Paulo, é suficiente tomar conhecimento de como se dedicou ao anúncio do Evangelho sem economizar energias, enfrentando uma série de duras provas, das quais nos deixou a lista na segunda carta aos Coríntios (Cf. 11, 21-28). Portanto, ele mesmo escreve: «Tudo isto faço pelo Evangelho» (1 Coríntios 9, 23), exercendo com total generosidade o que ele chama de «a preocupação por todas as Igrejas» (2 Coríntios 11, 28). Vemos que seu compromisso só se explica com uma alma verdadeiramente fascinada pela luz do Evangelho, enamorada de Cristo, uma alma baseada em uma convicção profunda: é necessário levar ao mundo a luz de Cristo, anunciar o Evangelho a todos.       <br />
              <br />
       Me parece que esta é a conclusão desta breve resenha das viagens de São Paulo: ver sua paixão pelo Evangelho, intuir assim a grandeza, a maravilha, a necessidade profunda do Evangelho para todos nós.       <br />
              <br />
       Rezemos para que o Senhor, que fez Paulo ver sua luz, que fez Paulo escutar sua Palavra, que tocou seu coração intimamente, nos faça ver também sua luz, para que também nosso coração fique tocado por sua Palavra e também nós possamos dar ao mundo de hoje, que tem sede, a luz do Evangelho e a verdade de Cristo.       <br />
              <br />
       [Antes de despedir-se dos peregrinos, o Papa lançou este chamado para que terminem os atos de violência contra cristãos na Índia provocados por extremistas hindus]       <br />
              <br />
       Tenho recebido com profunda tristeza as notícias sobre os atos de violência contra as comunidades cristãs no Estado indiano de Orissa, iniciados após o lamentável assassinato do líder hindu Swami Lakshmananda Saraswati. Até agora foram assassinadas algumas pessoas e outras foram feridas. Se destruíram também centros de culto, propriedades da Igreja e casas privadas.       <br />
              <br />
       Condenando firmemente todo ataque contra a vida humana, cujo caráter sagrado exige o respeito de todos, e expressando proximidade espiritual e solidariedade aos irmãos na fé que foram tão duramente provados, imploro ao Senhor que os acompanhe e apóie neste tempo de sofrimento e que lhes dê força para continuar no serviço de amor a favor de todos.       <br />
              <br />
       Convido os líderes religiosos e as autoridades civis a trabalharem juntos para restabelecer entre os membros das diferentes comunidades a convivência pacífica e a harmonia que sempre foram característica distintiva da sociedade indiana.       <br />
              <br />
       [Traduzido por Zenit)       <br />
              <br />
       © Copyright        <br />
       
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
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   <link>http://www.wmaker.net/portorl/LUNDI-1er-SEPTEMBRE-2008-PARLEZ-VOUS-PORTUGAIS-VIE-DE-ST-PAUL-PAR-BENOiT-XVI-II-_a1149.html</link>
  </item>
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   <title>DIMANCHE 31 AOÛT 2008  :  22ème ORDINAIRE (ANNÉE A)  - PORTUGAL : UNE ROMARIA RENOUVELÉE</title>
   <pubDate>Sun, 31 Aug 2008 09:47:00 +0100</pubDate>
   <dc:language>fr</dc:language>
   <dc:creator>Gabriel JEUGE</dc:creator>
   <dc:subject><![CDATA[RELIGION]]></dc:subject>
   <description>
<![CDATA[
PROGRAMME :

- L'ÉVANGILE DU JOUR : JÉSUS ANNONCE QU'IL VA SOUFFRIR ET MOURIR... ET IL AVERTIT SES DISCIPLES QU'ON NE PEUT ÊTRE DE SES AMIS SANS PORTER SA PROPRE CROIX

- A FAFE, LA "ROMARIA" DE NOSSA SENHORA DAS NEVES SE DÉROULE SANS MANIFESTATIONS PROFANES, CE QUI EST UNE VRAIE RÉVOLUTION POUR LES "MINHOTOS"     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1022742-1285013.jpg" alt="DIMANCHE 31 AOÛT 2008  :  22ème ORDINAIRE (ANNÉE A)  - PORTUGAL : UNE ROMARIA RENOUVELÉE" title="DIMANCHE 31 AOÛT 2008  :  22ème ORDINAIRE (ANNÉE A)  - PORTUGAL : UNE ROMARIA RENOUVELÉE" />
     </div>
     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Évangile selon Matthieu 16, 21-27</span></b></span>       <br />
              <br />
       Pierre avait dit à Jésus : «Tu es le Messie, le Fils du Dieu vivant. » À partir de ce moment, Jésus le Christ commença à montrer à ses disciples qu'il lui fallait partir pour Jérusalem, souffrir beaucoup de la part des anciens, des chefs des prêtres et des scribes, être tué, et le troisième jour ressusciter.       <br />
       Pierre, le prenant à part, se mit à lui faire de vifs reproches : «Dieu t'en garde, Seigneur ! cela ne t'arrivera pas. » Mais lui, se retournant, dit à Pierre : «Passe derrière moi, Satan, tu es un obstacle sur ma route, tes pensées ne sont pas celles de Dieu, mais celles des hommes. »       <br />
       Alors Jésus dit à ses disciples : «Si quelqu'un veut marcher derrière moi, qu'il renonce à lui-même, qu'il prenne sa croix et qu'il me suive. Car celui qui veut sauver sa vie la perdra, mais qui perd sa vie à cause de moi la gardera. Quel avantage en effet un homme aura-t-il à gagner le monde entier, s'il le paye de sa vie ?       <br />
       Et quelle somme pourra-t-il verser en échange de sa vie ? Car le Fils de l'homme va venir avec ses anges dans la gloire de son Père ; alors il rendra à chacun selon sa conduite. »       <br />
              <br />
       *************************************************************************************************************
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1022742-1285014.jpg" alt="DIMANCHE 31 AOÛT 2008  :  22ème ORDINAIRE (ANNÉE A)  - PORTUGAL : UNE ROMARIA RENOUVELÉE" title="DIMANCHE 31 AOÛT 2008  :  22ème ORDINAIRE (ANNÉE A)  - PORTUGAL : UNE ROMARIA RENOUVELÉE" />
     </div>
     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Quebrada a tradição na romaria da Senhora das Neves</span></b></span>       <br />
              <br />
       <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Missa celebrada ao ar livre sem comércio nem promessas</span></b></span>       <br />
              <br />
       José Miguel Pereira       <br />
       António Silva       <br />
              <br />
       Hoje e amanhã volta a haver festa, mas ontem foi o dia grande da romaria em honra de Nossa Senhora das Neves, situado no concelho de Fafe. Pela primeira vez, a missa, presidida por D. Antonino Dias, foi celebrada ao ar livre, e isso agradou ao Bispo Auxiliar de Braga, que elogiou o «testemunho da participação» das centenas de pessoas que se congregaram em volta do templo.       <br />
       De facto, durante a celebração da Eucaristia, a pedido dos responsáveis da confraria, as pessoas não cumpriram as tradicionais promessas &#8211; entre elas, colocar a imagem da Senhora das Neves na cabeça, para &#8220;tirar o diabo&#8221; &#8211; nem se notou o ruído habitualmente associado ao comércio próprio das festas religiosas.       <br />
       «Pouco vale cumprir promessas, se para nós pouco vale a Eucaristia», comentou D. Antonino Dias no final da missa e do tempo de adoração eucarística, referindo que a comissão de festas «teve coragem» optando pela missa campal - o que nunca aconteceu &#8211;, evitando-se assim que a assembleia ficasse «dispersa» pelo recinto enquanto decorria a missa no interior do santuário.       <br />
       Na despedida, o prelado também afirmou: cumprir promessas é uma devoção; participar na Eucaristia, uma obrigação.       <br />
       Por isso, concluiu, não se façam «devoções paralelas».       <br />
       Terminada a missa, o andor com a imagem de Nossa Senhora das Neves regressou ao santuário, donde saiu a meio da tarde para a procissão na qual se incorporam mais quatro andores &#8211; São João Baptista, São Joaquim, Santa Ana e Nossa Senhora de Fátima &#8211;, e também o tradicional carro alegórico, coral e coreográfico em louvor de Nossa Senhora das Neves. Este cortejo litúrgico repete-se amanhã, à mesma hora (17h00).       <br />
       Estas são apenas duas das seis procissões que constam no programa da festa, que começou a cumprir-se no início do corrente mês: no dia 4 e anteontem à noite, realizou-se uma procissão de velas com a imagem de Nossa Senhora de Fátima; no dia 5 à tarde, teve lugar a habitual procissão até ao local da aparição de Nossa Senhora que justifica a construção do santuário situado em Lagoa, que pertence às freguesias de Várzea Cova e Aboim. Hoje à noite (21h00) há outra procissão de velas com a imagem de Nossa Senhora de Fátima (21h00), seguida de uma sessão de fogo de jardim. Amanhã, além da procissão em que se destaca o chamado &#8220;Coro das Virgens&#8221;, isto é, nove crianças a cantar, são celebradas duas missas: uma às 08h00, outra às 11h00, esta mais solene, presidida pelo cónego Valdemar Gonçalves, natural do concelho de Fafe e que exerce as funções de Vigário Geral da Arquidiocese de Braga.       <br />
              <br />
       D. Antonino Dias valorizou as mulheres       <br />
              <br />
       Na homilia, o Bispo Auxiliar de Braga defendeu que a grandeza e intuição das mulheres enriquecem o mundo e a história. Mas, alertou D. Antonino Dias, «ainda há muito a fazer para que o ser mulher e mãe não comporte discriminação».       <br />
       «Gostaria que nesta celebração &#8211; disse &#8211;, para além das intenções que trouxe cada um de nós até este lugar, tivéssemos como intenção principal todas as mulheres, sobretudo aquelas que neste momento sofrem, pelos motivos mais diversos, as vicissitudes de uma vida madrasta e se sentem esmagadas pelo peso da sua cruz perante a indiferença e o abuso duma sociedade injusta e sem alma ou de uma família onde reina a violência e a falta de paz».       <br />
       O Bispo Auxiliar de Braga citou depois alguns textos de João Paulo II sobre o papel e dignidade das mulheres, para fazer ver que, «infelizmente, da obra imensa das mulheres na história, bem pouco restou de significativo com os métodos da historiografia científica. Mas, por sorte &#8211; acrescentou &#8211;, se o tempo sepultou os seus vestígios documentais, não é possível não perceber       <br />
       os seus influxos benfazejos na seiva vital que impregna o ser das gerações, que se foram sucedendo até à nossa.       <br />
       Relativamente a esta grande, imensa &#8220;tradição&#8221; feminina, a humanidade tem uma dívida incalculável».       <br />
       Concretizando, o prelado referiu que «urge conseguir onde quer que seja a igualdade efectiva dos direitos da pessoa e, portanto, idêntica retribuição salarial por categoria de trabalho, tutela da mãe-trabalhadora, justa promoção na carreira, igualdade entre cônjuges no direito de família, o reconhecimento de tudo quanto está ligado aos direitos e aos deveres do cidadão num regime       <br />
       democrático».       <br />
       No final da missa celebrada ao ar livre, diante do Santíssimo Sacramento exposto no altar &#8211; outra das tradições desta romaria &#8211;, entre outras intenções, o prelado rezou pelas famílias, para que nelas haja «uma cultura de fidelidade» e sejam «comunidades de vida e de amor»; pelas crianças «vítimas de violência nas suas próprias casas» e «humilhadas na sua dignidade»; pelos       <br />
       jovens, «para que olhem o futuro com esperança»; e pelos emigrantes, para que «transmitam os valores cristãos» .       <br />
       
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
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   <link>http://www.wmaker.net/portorl/DIMANCHE-31-AOuT-2008-22eme-ORDINAIRE-ANNeE-A-PORTUGAL-UNE-ROMARIA-RENOUVELeE_a1148.html</link>
  </item>
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   <title>SAMEDI 30 AOÛT 2008  : DEUX POÈMES CHRÉTIENS  -  LE PAPE RETRACE LA VIE DE SAINT PAUL (I)</title>
   <pubDate>Sat, 30 Aug 2008 09:52:00 +0100</pubDate>
   <dc:language>fr</dc:language>
   <dc:creator>Gabriel JEUGE</dc:creator>
   <dc:subject><![CDATA[RELIGION]]></dc:subject>
   <description>
<![CDATA[
PROGRAMME :

- DEUX POÈMES : 'GUIDÉS PARA LA PAROLE' ET 'EN ÉCOUTANT LA PAROLE'.

- LE PAPE BENOÎT XVI RETRACE LA VIE DE SAINT PAUL, EN CETTE ANNÉE QU'IL A DÉCIDÉ DE CONSACRER À L'APÔTRE (1ère partie)     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1022289-1284292.jpg" alt="SAMEDI 30 AOÛT 2008  : DEUX POÈMES CHRÉTIENS  -  LE PAPE RETRACE LA VIE DE SAINT PAUL (I)" title="SAMEDI 30 AOÛT 2008  : DEUX POÈMES CHRÉTIENS  -  LE PAPE RETRACE LA VIE DE SAINT PAUL (I)" />
     </div>
     <div>
      <b><span class="u">Guiados pela Palavra&#8230;</span></b>       <br />
              <br />
       Guiados pela Palavra       <br />
       De Jesus, que é a Verdade,       <br />
       Construiremos um mundo       <br />
       De paz e fraternidade.       <br />
              <br />
       Caminharemos na vida       <br />
       Com fé e com confi ança,       <br />
       Dando, a quem no-la pedir,       <br />
       A razão da nossa Esperança.       <br />
              <br />
       A todo o que nos ferir       <br />
       Com a palavra mais dura       <br />
       Saberemos responder       <br />
       Com mansidão e doçura.       <br />
              <br />
       Do íntimo do coração,       <br />
       A quem provoca revezes       <br />
       Saberemos dar perdão       <br />
       Não uma, mas sete vezes.       <br />
              <br />
       Não faremos distinção       <br />
       Entre os nossos e os teus       <br />
       Pois em todos saberemos       <br />
       Descobrir fi lhos de Deus.       <br />
              <br />
       Amaremos hoje e sempre       <br />
       Quem nos ama e nos ofende.       <br />
       Quem connosco faz caminho       <br />
       E quem nos não compreende.       <br />
              <br />
       O Tempo que nos for dado       <br />
       Fá-lo-emos repartir       <br />
       No amor a Deus e aos homens       <br />
       A quem buscamos servir.       <br />
       Daremos a outra face       <br />
       Ao irmão que nos ferira,       <br />
       Respondendo com verdade       <br />
       À calúnia e à mentira.       <br />
              <br />
       O mandamento do Amor       <br />
       E as Bem-Aventuranças       <br />
       Dar-nos-ão, mesmo na dor,       <br />
       Almas simples de crianças.       <br />
              <br />
       Não pagaremos o mal       <br />
       Como mal. Nada à vingança.       <br />
       Viver como Jesus quer       <br />
       Só é no bem que se alcança.       <br />
              <br />
              <br />
       <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Ouvindo a Palavra&#8230;</span></b></span>       <br />
              <br />
       Ouvindo a Palavra sou interpelado       <br />
       A levar à vida quanto Deus me diz.       <br />
       Sei que Deus me ama, caminha a meu lado       <br />
       E quer que já hoje me sinta feliz.       <br />
              <br />
       Ouvindo a Palavra sei que Deus é Pai.       <br />
       Quer que nos tratemos como bons irmãos.       <br />
       Quer que levantemos o homem que cai       <br />
       E a todos &#8211; mas todos &#8211; ‘stendamos as mãos.       <br />
              <br />
       Ouvindo a Palavra conheço a Verdade       <br />
       De Deus sobre o homem e o mundo que fez.       <br />
       Conheço, sem dúvidas, a Sua vontade,       <br />
       Que é que nos amemos uma e outra vez.       <br />
              <br />
       Ouvindo a Palavra saberei também       <br />
       Que Deus é perdão para o pecador.       <br />
       Que Deus, sendo Pai, ama como Mãe,       <br />
       Que Deus é Amor, nada mais que Amor.       <br />
              <br />
       Ouvindo a Palavra sei que Deus me chama       <br />
       A ir, mundo fora, com todo o ardor,       <br />
       A dizer a todos quanto Deus nos ama       <br />
       E quer que sejamos amor, só amor.       <br />
              <br />
       Ouvindo a Palavra sei que Deus me ensina       <br />
       Que amar é buscar o bem do irmão.       <br />
       É ser um farol que outros ilumina       <br />
       Vivendo em serviço e em doação.       <br />
              <br />
       Ouvindo a Palavra, sei que o pensamento       <br />
       De Deus é que faça um mundo melhor.       <br />
       Quer que seja sal, que seja fermento,       <br />
       Que a todo o momento difunda o Amor.       <br />
              <br />
       Ouvindo a Palavra eu sei que Deus quer       <br />
       Que amor entre nós seja caridade:       <br />
       Seja amor de ágape, que onde estiver       <br />
       Faça ressurgir a fraternidade.       <br />
              <br />
       Silva Araújo       <br />
              <br />
       ************************************************************************************************************
     </div>
     <br style="clear:both;"/>
     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1022289-1284293.jpg" alt="SAMEDI 30 AOÛT 2008  : DEUX POÈMES CHRÉTIENS  -  LE PAPE RETRACE LA VIE DE SAINT PAUL (I)" title="SAMEDI 30 AOÛT 2008  : DEUX POÈMES CHRÉTIENS  -  LE PAPE RETRACE LA VIE DE SAINT PAUL (I)" />
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      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">Bento XVI traça uma breve biografia de São Paulo</span></b></span>       <br />
              <br />
       <b><span class="u">Intervenção na audiência geral da quarta-feira</span></b>       <br />
              <br />
       CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 27 de agosto de 2008 (ZENIT.org).- Publicamos o texto da intervenção que Bento XVI pronunciou nesta quarta-feira, durante a audiência geral concedida na Sala Paulo VI do Vaticano.       <br />
       Em seu discurso, o Papa reiniciou o ciclo de catequeses dedicado a aprofundar na figura e no pensamento do apóstolo Paulo, detendo-se particularmente em sua biografia.       <br />
              <br />
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       Queridos irmãos e irmãs:       <br />
              <br />
       Na última catequese antes das férias, há dois meses, no início de julho, havia começado uma nova série temática por ocasião do ano paulino, refletindo sobre o mundo no qual Paulo viveu. Hoje, quero retornar e continuar a reflexão sobre o apóstolo dos povos, propondo uma breve biografia.       <br />
              <br />
       Dado que dedicaremos a próxima quarta-feira ao acontecimento extraordinário que se verificou no caminho de Damasco, a conversão de Paulo, virada fundamental em sua existência após o encontro com Cristo, hoje nos detemos brevemente a analisar o conjunto de sua vida. Os sinais biográficos de Paulo encontramos respectivamente na carta a Filemon, na qual se declara «ancião» (versículo 9: presbytes), e nos Atos dos Apóstolos, pois no momento da lapidação de Estevão diz que era «jovem» (7, 58).       <br />
              <br />
       Ambas designações são evidentemente genéricas, mas segundo os cálculos antigos, «jovem» era o homem que tinha cerca de trinta anos, enquanto que se chamava «ancião» quando chegava aos sessenta. Em termos absolutos, a data de Paulo depende em grande parte da data em que foi escrita a carta a Filemon. Tradicionalmente, sua redação se marca na prisão de Roma, em meados dos anos 60. Paulo teria nascido no ano 8, portanto, teria vivido mais ou menos sessenta anos, enquanto que no momento da lapidação de Estevão tinha trinta. Esta deveria ser a cronologia adequada. E o ano paulino que estamos celebrando continua precisando esta cronologia. Foi escolhido o ano 2008 pensando em que nasceu mais ou menos no ano 8.       <br />
              <br />
       Em todo caso, nasceu em Tarso de Cilícia (Cf. Atos 22, 3). A cidade era capital administrativa da região e no ano 51 a.C. havia tido como pró-consul nada menos que a Marco Túlio Cicero, enquanto que dez anos depois, no ano 41, Tarso havia sido o lugar do primeiro encontro entre Marco Antonio e Cleópatra. Judeu da diáspora, falava grego apesar de que tinha um nome de origem latina, derivado por assonância do original hebreu Saul/Saulos, e gozava da cidadania romana (Cf. Atos 22, 25-28).       <br />
              <br />
       Paulo se apresenta, deste modo, na fronteira de três culturas diferentes --romana, grega, judaica-- e talvez também por este motivo estava predisposto a fecundas aberturas universais, a uma mediação entre as culturas, a uma verdadeira universalidade.       <br />
              <br />
       Também aprendeu um trabalho manual, talvez herdado do pai, que consistia no ofício de «fabricar tendas» (Cf. Atos 18, 3), o que provavelmente significa que trabalhava a lã de cabra ou a fibra de linha para fazer esteiras ou tendas (Cf. Atos 20, 33-35).       <br />
              <br />
       Por volta dos doze ou treze anos, a idade na qual um jovem judeu se converte em bar mitzvà («filho do preceito»), Paulo deixou Tarso e se mudou para Jerusalém para ser educado aos pés do rabi Gamaliel, o Velho, neto do grande rabi Hilel, segundo as mais rígidas normas do farisaísmo, adquirindo um grande zelo pela Torá mosaica (Cf. Gálatas 1, 14; Filipenses 3, 5-6; Atos 22, 3; 23, 6; 26, 5).       <br />
              <br />
       Em virtude desta ortodoxia profunda, que havia aprendido na escola de Hilel, em Jerusalém, viu no novo movimento que se inspirava em Jesus de Nazaré um risco, uma ameaça para a identidade judaica, para a autêntica ortodoxia dos pais. Isto explica o fato de que tenha «perseguido a Igreja de Deus», como o admitirá em três ocasiões em suas cartas (1 Cor 15, 9; Gal 1, 13; Fili 3, 6). Ainda que não é fácil imaginar concretamente em que consistiu esta perseguição, sua atitude foi de todos os modos de intolerância. Aqui se marca o acontecimento de Damasco, sobre o qual voltaremos a falar na próxima catequese. O certo é que, a partir de então, sua vida mudou e se converteu em um apóstolo incansável do Evangelho. De fato, Paulo passou à história pelo que fez como cristão, como apóstolo, e não como fariseu. Tradicionalmente, divide-se sua atividade apostólica em virtude das três viagens missionárias, às que se acrescentou a quarto a Roma, como prisioneiro. Todas são narradas por Lucas nos Atos dos Apóstolos. Ao falar das três viagens missionárias, há que distinguir a primeira das outras duas.       <br />
              <br />
       Pelo que se refere à primeira, de fato (Cf. Atos 13-14), Paulo não teve responsabilidade direta, pois esta foi encomendada ao chipriota Bernabé. Juntos, partiram de Antioquia de Orontes, enviados por essa Igreja (Cf. Atos 13, 1-3), e, depois de sair do porto de Seleucia, na costa síria, atravessaram a ilha de Chipre de Salamina a Pafos; daqui chegaram à costa do sul de Anatólia, hoje Turquia, passando por Atalía, Perge de Panfilia, Antioquia de Psidia, Iconio, Listra e Derbe, desde onde regressaram ao ponto de partida. Havia nascido assim a Igreja dos povos, a Igreja dos pagãos.       <br />
              <br />
       Enquanto isso, sobretudo em Jerusalém, havia surgido uma dura discussão sobre se estes cristãos precedentes do paganismo estavam obrigados a entrar também na vida e na lei de Israel (várias prescrições separavam Israel do restante do mundo) para participar realmente das promessas dos profetas e para entrar efetivamente na herança de Israel. Para resolver este problema fundamental para o nascimento da Igreja futura se reuniu em Jerusalém o assim chamado Concílio dos Apóstolos, para tomar uma decisão sobre este problema, do qual dependia o nascimento efetivo de uma Igreja universal. Decidiu-se que não havia que impor aos pagãos convertidos as prescrições da lei mosaica (Cf. Atos 15, 6-30): ou seja, não estavam obrigados a respeitar as normas do judaísmo; a única necessidade era ser de Cristo, viver com Cristo e segundo suas palavras. Deste modo, sendo de Cristo, eram também de Abraão, de Deus, e participavam de todas as promessas.       <br />
              <br />
       Após este acontecimento decisivo, Paulo se separou de Barnabé, escolheu Silas, e começou a segunda viagem missionária (Cf. Atos 15, 36-18,22). Após percorrer a Síria e a Cilícia, voltou a ver a cidade de Listra, onde tomou consigo Timóteo (figura muito importante da Igreja nascente, filho de uma judia e de um pagão), e fez que se circuncidasse. Atravessou a Anatólia central e chegou à cidade de Trôade, na costa norte do Mar Egeu.       <br />
              <br />
       Aqui aconteceu um novo acontecimento importante: em sonhos viu um macedônio na outra parte do mar, ou seja, na Europa, que lhe dizia: «Vem para ajudar-nos!». Era a Europa futura que lhe pedia ajuda e a luz do Evangelho. Movido por esta visão, entrou na Europa. Partiu para Macedônia, entrando assim na Europa. Após desembarcar em Neápolis, chegou a Filipos, onde fundou uma maravilhosa comunidade, logo passou a Tessalônica e, deixando esta cidade por causa de dificuldades com os judeus, passou por Berea até chegar a Atenas.       <br />
              <br />
       Nesta capital da antiga cultura grega pregou, primeiro no Ágora e depois no Areópago, aos pagãos e aos gregos. E o discurso do Areópago, narrado nos Atos dos Apóstolos, é um modelo sobre como traduzir o Evangelho em cultura grega, como dar a entender aos gregos que este Deus dos cristãos, dos judeus, não era um Deus estrangeiro a sua cultura, mas o Deus desconhecido que esperavam, a verdadeira resposta às perguntas mais profundas de sua cultura.       <br />
       (continua)
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   <title>VENDREDI 29 AOÛT 2008  : MARTYRE DE JEAN-BAPTISTE  - UNE NOUVELLE ÉCRITE PAR UN JEUNE PORTUGAIS DE 16 ANS</title>
   <pubDate>Fri, 29 Aug 2008 10:13:00 +0100</pubDate>
   <dc:language>fr</dc:language>
   <dc:creator>Gabriel JEUGE</dc:creator>
   <dc:subject><![CDATA[QUESTIONS ACTUELLES]]></dc:subject>
   <description>
<![CDATA[
PROGRAMME  :  

- 29 AOÛT : NOUS NOUS SOUVENONS DU MARTYRE DE JEAN-BAPTISTE :  SAINT MARC RACONTE, DANS SON ÉVANGILE, COMMENT LE ROI HÉRODE FIT COUPER LA TÊTE DE JEAN-BAPTISTE, POUR PLAIRE À SA FILLE À QUI IL AVAIT PROMIS DE LUI DONNER TOUT CE QU'ELLE LUI DEMANDERAIT... ET LA FILLE, SUR LE CONSEIL DE SA MÈRE, AVAIT RÉCLAMÉ QU'ON LUI APPORTE LA TÊTE DE JEAN SUR UN PLAT! TOUT CELA PARCE QUE JEAN AVAIT EU L'AUDACE DE DIRE AU ROI QU'IL N'AVAIT PAS LE DROIT DE VIVRE AVEC UNE FEMME QUI N'ÉTAIT PAS LA SIENNE! VOUS TROUVEREZ UNE HOMÉLIE POUR AIDER VOTRE RÉFLEXION SUR CE DRAME ABOMINABLE, QUI N'EST MALHEUREUSEMENT PAS UNIQUE DANS L'HISTOIRE DE NOTRE PAUVRE HUMANITÉ!

- UNE NOUVELLE ÉCRITE PAR UN JEUNE PORTUGAIS ET PUBLIÉE DANS LE "DIARIO DO MINHO" : 'O LUAR DE MAIO'.     <div style="position:relative; text-align : center; padding-bottom: 1em;">
      <img src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/1021702-1283370.jpg" alt="VENDREDI 29 AOÛT 2008  : MARTYRE DE JEAN-BAPTISTE  - UNE NOUVELLE ÉCRITE PAR UN JEUNE PORTUGAIS DE 16 ANS" title="VENDREDI 29 AOÛT 2008  : MARTYRE DE JEAN-BAPTISTE  - UNE NOUVELLE ÉCRITE PAR UN JEUNE PORTUGAIS DE 16 ANS" />
     </div>
     <div>
      <span class="fluo_jaune"><b><span class="u">29/08  .  MARTYRE DE ST JEAN BAPTISTE</span></b></span>       <br />
              <br />
       <b>Homélie</b>       <br />
              <br />
       Ce long récit au c&#339;ur de l'Évangile le plus court, a vraiment de quoi surprendre. D'autant plus qu'il s'agit du seul passage dont Jésus est absent - disons : dans lequel Jésus n'est pas explicitement nommé. Mais le récit du martyre de Jean le Baptiste ne lui est pas étranger, dans la mesure où le destin de Jean préfigure le sien. Comme le Baptiste, Jésus sera arrêté (Mc 14,44.46.49) et lié (Mc 15,1). Si on l'a écouté avec plaisir (Mc 12,37), on veut cependant le mettre à mort (Mc 14,1) mais on le craint (Mc 11,18). Et on déposera le cadavre de Jésus comme celui de Jean dans un tombeau (Mc 15,45-46) : le sort des deux martyrs est décrit par l'évangéliste de manière à ce que la similitude saute aux yeux.       <br />
       Jean est le précurseur, non seulement par son ministère public, lorsqu'il prépare les voies du Seigneur, qu'il annonce la venue d'un plus fort que lui (Mc 1,7) ; mais aussi par sa fin tragique, qui anticipe celle de Jésus. Le banquet offert par Hérode, que le meurtre sordide de Jean va agrémenter, annonce le repas au cours duquel Jésus révèlera qu'il sera livré (Mc 14,17-21). Aussi la place importante que Saint Marc attribue aux circonstances du martyr de Jean, pourrait bien se justifier par cette opposition : le festin d'Hérode n'est-il pas l'antitype du repas chrétien ? Le fait que le (premier) récit de la multiplication des pains suit immédiatement notre péricope, confirme cette interprétation.       <br />
       L'endroit où Jésus nourrit les foules est « à l'écart », loin du palais luxueux du Tétrarque à la solde des Romains qui se prend pour le roi de Perse (Es 7, 2). Les convives au repas d'Hérode ont été triés sur le volet et ont dû montrer patte blanche ; ceux qui vont bénéficier d